Uma chuva de 127 mm no município de Boa Saúde deixou
a população do município com boas perspectivas de inverno, para a
alegria dos agricultores que aguardam ansiosos que ela intensifique. Amém.
CBN Noticias plugada diretamente com ReporterGM7
Saturday, December 31, 2016
POPULAÇÃO ANIMADA COM CHUVA DE 127mm EM BOA SAUDE/RN
BLOG DO ROBSON PIRES: "UM DIA A MÁSCARA VAI CAIR, VOCES VÃO VER"
Um dia vocês irão entender o outro lado da notícia.
A partir de 2017 máscaras irão cair e vocês verão a real personalidade de alguns prefeitos eleitos.
Aos poucos a maquiagem usada na campanha irá derreter e as peles de cordeiro serão deixadas de lado.
Precisa ter peito para “tocar para a frente” as prefeituras que estão em boa parte quebradas financeiramente. Quando o bicho pegar, tem gente que vai amarelar. Podem anotar!
GOLPE ILEGAL INTERRROMPE LUTA E POLEMICA MARCA CARD PRELIMINAR DO UFC 207
Alex ‘Cowboy’ abriu o card preliminar do UFC 207 nesta sexta-feira
(30) e viu o sonho de se apresentar no último show do ano se transformar
em um pesadelo. Diante do experiente Tim Means, o brasileiro
protagonizou um combate para lá de polêmico logo no primeiro round,
tanto que a luta terminou sem um vencedor oficial.
Depois de um bom começo, o brasileiro foi derrubado e, no momento em
que tentava levantar, foi acertado por duas joelhadas ilegais. E aí a
polêmica começou. Enquanto o árbitro separava a luta e anunciava o tempo
de descanso para que o brasileiro se recuperasse, o meio-médio (77 kg)
americano dava início às suas relamações.
De acordo com ele, Cowboy estava com um joelho no chão, o que, somado
ao outro pé, garantiriam dois apoios no solo, e a regra condena golpes a
partir de três pontos. No entanto, ele se esqueceu de contar o outro pé
do brasileiro, que a essa altura já dava sinais de que não tinha
condições de continuar da disputa.
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CÂMERAS AJUDARAM POLICIA A ESCLARECER MORTE DE EMBAIXADOR
O
Jornal Nacional teve acesso a imagens de câmeras de segurança que
ajudaram a Polícia Civil do Rio a esclarecer o assassinato do embaixador
da Grécia no Brasil, Kyriakos Amiridis. A gravação mostra o policial
militar Sérgio Gomes Moreira Filho entrando a pé com o primo Eduardo
Moreira de Melo no condomínio onde mora a família da mulher do
embaixador grego, na Baixada Fluminense.
Os
dois e a viúva, a embaixatriz Françoise de Souza Oliveira tiveram a
prisão temporária de 30 dias decretada pela Justiça do Rio. Eram 19h53
da última segunda-feira (26). Sérgio e o primo ficam cerca de uma hora
em frente à casa onde estava o embaixador antes de entrar. Quase três
horas depois, Sérgio sai sozinho com o carro alugado pelo embaixador e
volta a pé. Às 2h30 de terça (27), Sérgio estaciona novamente na porta
da casa. O primo dele aparece. Os dois mexem no banco
traseiro. Os
investigadores dizem que o carro saiu do condomínio com o corpo do
diplomata às 3h20.
A
polícia não tem dúvidas que a embaixatriz, Françoise de Souza Oliveira,
planejou o assassinato ao lado do amante, o PM Sérgio Gomes. O
embaixador pode ter sido morto com a arma que ele mantinha em casa.
G1
JUSTIÇA DECRETA PRISÃO DE VIUVA, PM E PRIMO DELE POR MORTE DE EMBAIXADOR
a noite
desta sexta-feira (30) a prisão temporária de três pessoas por
envolvimento na morte do embaixador da Grécia no Brasil, Kyriakos
Amiridis, de 59 anos.
O corpo do grego e um carro alugado por ele foram
encontrados carbonizados próximo ao Arco Metropolitano, em Nova Iguaçu,
na Baixada Fluminense.
A mulher do embaixador grego, Françoise de Souza Oliveira Amiridis
APÓS ANO MAIS PRODUTIVO, LAVA-JATO MIRA EM BANCOS EM 2017
A Lava Jato encerra 2016 com a avaliação de que este foi seu ano mais
produtivo, com mais que o dobro de etapas e ordens judiciais expedidas
em relação a 2014, primeiro ano da operação. “Embora mais cansados, nós
conseguimos extrair o melhor da investigação. Foi o ano mais intenso, em
termos de investigação, de resultados”, diz o procurador regional da
República Orlando Martello, membro da força-tarefa da operação, que
ressalta: “Ainda há muito o que se fazer”.
Além disso, o novo ano, para a Lava Jato, deve ter um foco maior em
instituições financeiras, que poderiam ter “evitado muitos crimes”, diz
Martello, referindo-se à lavagem de dinheiro. “Queremos avançar também
na área de compliance dos bancos. Nós percebemos que há muitas falhas nos bancos”, observa.
“Sem dúvida, foi o ano mais produtivo. A partir de nossos
procedimentos fiscais, resultantes das investigações da operação,
identificamos R$ 10 bilhões de créditos tributários que foram sonegados
pelas empresas e pessoas investigadas”, afirma o auditor fiscal Flávio
Vilela Campos, coordenador-geral de fiscalização da Receita Federal.
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