© Rovena Rosa/Agência Brasil
Com as vendas decepcionantes durante todo o ano, sobretudo em datas que historicamente salvam o comércio, os lojistas veem a Black Friday
como a salvação neste final de 2016. Segundo a Ebit, empresa de dados
do varejo eletrônico brasileiro, o evento que acontece na próxima
sexta-feira (25) deve movimentar cerca de R$ 2,1 bilhões
-- o que representa um crescimento de 30% em 2015.“Com a consolidação
da Black Friday no Brasil, muitos consumidores aproveitarão os descontos
oferecidos pelo varejo na data para adiantar as compras de final de
ano", explica Pedro Guasti, CEO da Ebit. "A Black Friday, em um único
dia, é responsável por 25% do faturamento do e-commerce para o período
do Natal."Mesmo com a promessa de bons descontos, todas as edições do
evento são marcadas por milhares de reclamações de sites que não cumprem
o combinado, seja não entregar na data, frete caríssimo ou, na pior das
situações, dão golpe no consumidor e não entregam o produto.Para
diminuir o risco de ter problemas na data, Fundação Procon-SP, órgão
vinculado à Secretaria da Justiça e Defesa da Cidadania do Estado de São
Paulo, atualiza a lista de sites que devem ser evitados na hora da
compra. A "lista negra" do Procon tem como objetivo alertar os
consumidores sobre o risco de serem lesados por esses sites. Ela é
atualizada mensalmente com os sites que tiveram reclamações de
consumidores registradas no Procon-SP e que não solucionaram os
problemas, mesmo sendo notificados. Alguns sites já saíram do ar, mas
outros continuam e ainda representam risco ao consumidor.
Veja abaixo a lista dos sites que estão no ar, mas devem ser evitados por não serem seguros.
A lista foi atualizada no último dia 10 de novembro.Veja relação>