CBN Noticias plugada diretamente com ReporterGM7

terça-feira, 4 de janeiro de 2022

Garibaldi rompe com Henrique que diz que não quer briga

Macaíba no Ar -Macaíba no Ar

Do Ex-Senador Garibaldi Alves Filho afirmando o rompimento político com Henrique Eduardo Alves:

“Tenho motivos muito fortes para não ter mais relação política com Henrique, a campanha de 2018 foi decisiva para isso, inclusive ele pedindo voto contra Walter no pleito em prol de Benes Leocádio. Infelizmente não queria acreditar, mas o próprio Henrique confirmou publicamente”.

E mais:

“A nossa relação no partido também não é, e nem será fácil, mas o Presidente e a direção do MDB no RN é de Walter Alves, e quem vai conduzir isso é ele”.

O blogue do Xerife comenta: Já noticiamos aqui por vezes seguidas que nem Walter e nem Garibaldi engoliram o fato de Henrique ter APOIADO a candidatura de Benes Leocádio a deputado federal FURANDO até as bases eleitorais do Presidente estadual do MDB. Henrique não terá a legenda verde para a sua candidatura a deputado federal. Tem que procurar outra.

Feliz com Jesus! Batista Duartte: Abril 2010

Mas, Henrique enviou o seguinte DISCURSO ao blogue:

Diz o ditado popular; “quando um não quer, dois não brigam”.

Por isso não esperem de mim uma resposta sequer agressiva em relação ao primo, amigo, companheiro de MDB de 51 anos.
Só gratidão e respeito a Garibaldi. Sabemos o que vivemos juntos!

Surpreso, sim.
Até porque nos falamos no meu aniversário em dezembro, Natal e Ano Novo quando nos desejamos fraternalmente boas festas e felicidades.

A vida e suas circunstâncias…
Realizei a vida política, partidária e pública na escola de meu pai.

Medo do comunismo fez EUA criarem clã político no Nordeste 

A trajetória pendular de Henrique Alves | Política | Valor Econômico

Até no se levantar, no resistir às injustiças e vencê-las.
Assim, a bandeira verde, da esperança, sempre a tremular nas minhas mãos sob o julgamento do povo do Rio Grande do Norte (RN), que me deu 11 mandatos de deputado federal.

Hoje não é diferente.
O carinho, o abraço e emoção no reencontro são alegrias que me fortalecem e estimulam na luta que sempre continua.
Sem ódio e sem medo. Como Aluízio, meu pai, nos ensinou desde 1970.

Em tempo: a única campanha que não pude ajudar a Garibaldi foi a última de 2018, quando ainda sofria absurdas limitações de brutal injustiça. O RN também sabe disso.

4 décadas de vida pública - 28/05/2010 - Notícia - Tribuna do Norte

Henrique Eduardo Alves

Ministros pedem orações para Bolsonaro, que está internado em SP

Ministros de Estado pediram orações para o presidente Jair Bolsonaro, que está internado no Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, desde a madrugada desta segunda-feira, 3, com obstrução intestinal. De acordo com a equipe médica que acompanha o quadro Bolsonaro está estável e não há previsão de alta. O próprio mandatário disse no Twitter que fará exames para definir se precisará de uma nova cirurgia.

“Conclamo os amigos para uma corrente de oração pelo PR @jairbolsonaro. Ele está internado, em SP, com obstrução intestinal, ainda como sequela da facada”, escreveu no Twitter o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Luiz Eduardo Ramos. “Com a força de Deus e das nossas orações, prontamente ele estará de volta ao trabalho, que este ano será ainda mais duro”, acrescentou.

Chefe da pasta da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas também prestou solidariedade a Bolsonaro nas redes sociais. “Desejo muita força neste momento e estou certo de que muito em breve estará de volta à ativa!”, relatou o ministro.

O ministro do Trabalho, Onyx Lorenzoni, também se manifestou no Twitter. “Brasil está em oração pelo senhor, PR @jairbolsonaro. Vai sair dessa ainda mais forte #tamojunto”, escreveu. Ministra da Agricultura, Tereza Cristina desejou “melhoras” e também disse que está em “oração” pela recuperação do presidente.

Facada em Bolsonaro gerou “sequela” para o resto da vida, diz Michelle

Acompanhando o esposo no Hospital Vila Nova Star, em São Paulo (SP), a primeira-dama Michelle Bolsonaro agradeceu as mensagens recebidas pela internação do Presidente Jair Bolsonaro (PL). Pelo Instagram, Michelle reforçou que a internação é decorrente da facada que Bolsonaro sofreu em 2018.

“Sequela que levaremos para o resto de nossas vidas. Mas Deus é bom e tem o controle de todas as coisas”, escreveu ela.

O presidente interrompeu as férias no litoral catarinense e deu entrada no Hospital Vila Nova Star, na zona sul de São Paulo, na madrugada desta segunda-feira (3/1). Em boletim médico, o hospital informou que o mandatário está com um quadro clínico de suboclusão intestinal. Significa dizer que é novamente a obstrução intestinal que já o acometeu desde que levou a facada, em 2018.

“Ele está estável, em tratamento e será reavaliado ao longo desta manhã pela equipe do dr. Antônio Luiz de Vasconcellos Macedo. No momento, sem previsão de alta”, diz a nota.

Metrópoles

Diz o ditado: "Quem deseja o mal para si atrai": Zé de Abreu diz “sentir prazer” com a situação de Bolsonaro

Nesta segunda-feira, dia 3 de janeiro, o ator global e esquerdista Zé de Abreu voltou a destilar seu ódio contra o presidente Jair Bolsonaro. Especialmente por conta da situação de saúde do presidente, internado as pressas em São Paulo por conta de obstrução intestinal.

Vale lembrar que o ator esquerdista usa suas redes sociais para atacar Bolsonaro e os seus apoiadores. Já chegou ao ponto de desejar a morte do Chefe do Executivo e na ocasião foi duramente criticado nas redes sociais pelos apoiadores do presidente.

A titulo de informação.


Jornalista Fábio Campana morreu deu complicações da Covid-19 Foto: Reprodução

Fábio Campana estava vacinado com a CoronaVac

Desta vez, Zé de Abreu não foi menos odioso em relação à última, pois, da mesma forma, tripudiou em cima do difícil quadro de saúde do presidente da República. O esquerdista disse sentir prazer em saber que Bolsonaro passa mal, alé de ofender a mãe do Chefe do Executivo.

“Que prazer que sinto ao saber que o filhodaputa passa mal. Mata seu povo por omissão e leva castigo de volta: que exploda em merda!”, escreveu o ator militante.

Imediatamente diversos internautas saíram em defesa do presidente: “Claro que vc sente prazer com a internação do Presidente. Esse é o único prazer que resta para um velho impotente e com transtornos mentais como você”, disparou um seguidor.

Falsas Narrativas petista: Macaco não olha pro rabo, não é esquerda cega e hipócrita?

Memória Noronha: Lula esteve na ilha duas vezes | Blog Viver Noronha da  Rede Globo

Lula também se ausentou na cheia de 2008 em SC

Por Ricardo Antunes — Como o atual presidente Jair Bolsonaro (PL), o ex-presidente Lula (PT) também se ausentou na cheia de 2008 em Santa Catarina. Os “bolsonaristas” reclamaram e com razão, embora um erro não justifique o outro. Durante a maior tragédia de Santa Catarina em 34 anos, que deixou 135 mortos, milhares de desabrigados e seis desaparecidos, o então presidente Lula “não deu as caras” no estado.

Muito pelo contrário. Preferiu passear de barco na Ilha de Fernando de Noronha com então primeira-dama Marísa Letícia. Durante toda semana aqui fizemos críticas e vídeos sobre a falta de sensibilidade humana e política do presidente Bolsonaro.

E voltamos a reafirmar aqui que, ele deveria ter ido mais uma vez a Bahia. O erro de Lula, não conserta o erro do atual presidente.

Em todo caso, fica aqui o registro do descaso de Lula também com a situação ocorrida em 2008.

Por Ricardo Antunes

A memória da internet é infalível e o deputado federal seridoense José Medeiros (Pode-MT) mostrou o que alguns tentam esquecer: o então presidente Lula foi passear de barco em Fernando de Noronha (FN), enquanto Santa Catarina (SC) sofria com a pior enchente em 34 anos, com mais de 100 mortos.

PS: É que Macaco não olha pru rabo, ou melhor, Ex-Presidiário.

Por Robson Pires

Como Bolsonaro, Lula também se ausentou na cheia de 2008 em SC - Blog do  Ricardo Antunes

 Lula mergulha em ilha de Fernando de Noronha.Veja - Cidadeverde.com

Ex-assessor de Lula revela vida de mordomia e luxos do ex-presidente com a  família - YouTube

 

Enviado por: Folha Política, 13 de nov. de 2018
1,55 mi Visualizações·48,8 mil Curtidas
Em depoimento à juíza Gabriela Hardt, substituta do juiz Sergio Moro, Rogério Aurélio, ex-assessor de Lula, revela vida de mordomia e luxos do ex-presidente ...

Frias rebate Antagonista: ‘Minha cruzada é contra os vagabundos’


Secretário especial de Cultura Mario Frias rebateu críticas do site O Antagonista Foto: PR/Isac Nóbrega

Site chamou o secretário de Cultura de "incompetente" e "canastrão"

Por PlenoNews

O secretário especial de Cultura Mario Frias usou as redes sociais, neste domingo (2), para rebater uma reportagem do site O Antagonista, em que ele é chamado de “incompetente”, “canastrão”. Ainda segundo o portal, Frias realiza “uma cruzada contra a Cultura brasileira”.

Os ataques não passaram despercebidos pelo chefe da Cultura, que fez questão de pontuar os objetivos de sua gestão.

Minha cruzada é contra os vagabundos que não aguentam ver uma mamata. Falando em mamata, como anda aquela mamata dos 8 milhões? – disse.

   

A resposta de Frias faz referência ao contrato da TV Cultura, uma emissora pública, com o governo do estado de São Paulo – ao custo de pouco mais de R$ 8 milhões. Em 2020, a TV Cultura anunciou a aquisição do programa Manhattan Connection – cujo viés ideológico é claramente antibolsonarista.

Secretário de Cultura também expôs ligação entre a TV Cultura e o governo João Doria Foto: Reprodução

Minha lista de prioridades para 2022. Veja.

Mateus 6:33 by O Que A Bíblia Quer Dizer?

Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas

2º E...

3º Todas...

4º As Coisas...

5º Vos serão acrescentadas

.

.

Mas, buscai primeiro o reino de Deus… (Mateus 6:33) | Escolha Deus Hoje!

 


segunda-feira, 3 de janeiro de 2022

Opinião JP: O que aconteceria se o governo mandasse o STF passear?


O que adianta ter presidente da República se a presidência da República não manda nada? Pode se dizer, com grande margem de segurança, que rigorosamente nada mudaria: todo mundo iria seguir trabalhando, os boletos bancários continuariam vencendo e os ônibus sairiam das rodoviárias.
Imagine por um instante – só por curiosidade, certo? (Só por curiosidade; é claro que ninguém aqui está sugerindo nada, pelo amor de Deus, e muito menos qualquer tipo de ato antidemocrático.) Então: imagine por um instante o que aconteceria se um dia desses o presidente da República, ou alguém do seu governo, recebesse a milésima ordem do Supremo Tribunal Federal para explicar “em 48 horas”, ou “três dias”, ou coisa que o valha, por que fez isso ou por que deixou de fazer aquilo, e não desse resposta nenhuma. O que aconteceria, em outras palavras, se dissesse ao ministro Barroso, ou ao ministro Alexandre, ou à ministra Rosa, ou qualquer um dos onze: “Olha, ministro tal, vá para o diabo que o carregue”?
Como nunca aconteceu até hoje, e como nunca o STF mandou o presidente da República explicar seja lá o que fosse em nenhum governo anterior ao atual, não dá para responder com certeza científica; falta, como se diz, a prova da experiência. Mas pela Lei das Probabilidades, que no fundo vale bem mais que muita lei aprovada por esse Congresso que está aí, pode se dizer com grande margem de segurança que não iria acontecer rigorosamente nada. Claro, claro: a mídia ia ficar enlouquecida, mais do que em qualquer momento do governo de Jair Bolsonaro, e o centro liberal-civilizado-moderno-intelectual-etc. entraria numa crise imediata de histeria. As instituições, iriam gritar todos, as instituições: o que esse homem fez com as nossas sagradas instituições, meu Deus do céu? A Constituição Cidadã está sendo rasgada. A democracia acaba de ser exterminada no Brasil. É golpe. É ditadura militar. Mas seria só uma crise de nervos no mundinho da elite, mais nada. Na prática, e nas coisas que realmente interessam, o governo poderia mandar o STF não encher mais a paciência, pronto – e não mudaria absolutamente coisa nenhuma.   
A população, com certeza, estaria pouco se lixando para a indignação do STF, das gangues políticas, da elite meia-boca a bordo dos seus SUVs, das classes pensantes e dos banqueiros de investimento de esquerda; é possível, aliás, que dissesse “bem feito”. Todo mundo iria continuar trabalhando. Os boletos bancários continuariam vencendo. Os ônibus continuariam saindo das rodoviárias. Os serviços de água encanada, energia elétrica e coleta de lixo, nos lugares em que existem, continuariam funcionando. Ninguém iria desmarcar uma consulta médica, nem faltar a um compromisso, nem fazer qualquer coisa diferente. Nenhum país iria romper relações com o Brasil. Os evangélicos iriam ouvir o pastor nas igrejas. Os portos continuariam a embarcar soja. Os colégios chiques continuariam a aumentar as mensalidades e a chamar seus alunos de alunes. A centésima-primeira variante do vírus iria aparecer num canto qualquer. É possível, até, que a Bolsa de Valores subisse. Enfim: a solidariedade, o respeito e o apreço dos brasileiros pelo STF e pelo resto das nossas “instituições democráticas” permaneceriam exatamente onde estão, ou seja, no zero absoluto.

E, de mais a mais, o que os ministros do STF, o “Jornal Nacional” e todos os demais indignados poderiam fazer na prática? Chamar o Exército para prender o presidente da República? Chamar a PM de Brasília? Chamar a tropa da ONU? Os presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, esses que estão aí hoje, iriam fazer algum gesto heroico de “resistência”? Rolaria, enfim, o impeachment que não rolou até agora? Lula, o PT e a CUT iriam decretar uma greve geral por tempo indeterminado, até a queda do governo? A verdade é que não existe, na vida como ela é, nenhum meio realmente eficaz para se exigir obediência do Executivo se ele não quiser obedecer. Não só do Executivo, por sinal – do Legislativo também não. Ainda outro dia, por exemplo, aconteceu exatamente isso. Foi a primeira vez, mas aconteceu: a ministra Rosa, em mais um desses acessos de mania de grandeza que são a marca do STF de hoje, anulou uma lei aprovada pela Câmara – e a Câmara não tomou conhecimento da anulação. Tratava-se, no caso, de um projeto que afetava diretamente o bolso dos deputados, entregando a eles bilhões em “emendas parlamentares”. Aí não: a decisão foi ignorada, a lei continuou valendo e depois de muito fingimento de parte a parte, para disfarçar o naufrágio da decisão do STF, ficou tudo como estava.
Não há nenhum sinal, entretanto, de que possa acontecer alguma coisa parecida com a atual Presidência da República. Poucas vezes na história deste país, ou nunca, se viu um governo tão banana quanto o que está hoje no Palácio do Planalto. Tem muita “laive”, passeata de motocicleta e implicância com a vacina, mas comandar que é bom, como determina a lei e como o eleitorado decidiu, muito pouco, ou nada. Para começar, o Executivo não controla nem a metade do orçamento federal; o resto poderia estar sendo gasto no Paraguai. O presidente não manda na máquina pública; não pode nomear nem o diretor da Polícia Federal. Também não pode demitir. Cada um faz mais ou menos o que bem entende, frequentemente em obediência ao PT e a grupos de esquerda. O governo dá ordens que são pura e simplesmente ignoradas. Decidiu que não poderia haver demissões de empregados que não tivessem tomado vacina; um tribunal qualquer, desses que se reproduzem como coelhos em Brasília, decidiu o contrário e ficou por isso mesmo. As secretarias estaduais de saúde dão ordens opostas às do Ministério da Saúde; o que fica valendo é a decisão das secretarias. O procurador-geral da República, nomeado pelo presidente Bolsonaro, dirige uma equipe que lhe faz oposição aberta e direta.

Que raio de governo “autoritário” é esse, que não tem autoridade nenhuma?
Um dos maiores aliados do governo, o ex-deputado e dirigente partidário Roberto Jefferson, está na cadeia há mais de quatro meses – é, por sinal, o único preso político do Brasil. Outro, o jornalista Allan dos Santos, teve de se refugiar nos Estados Unidos e está com a prisão solicitada à Interpol. Governadorezinhos e prefeitinhos de fim-do-mundo governam como bem entendem. Qualquer nulidade do Congresso ou da vida política, desde que tenha carteirinha de militante de “esquerda”, vive correndo ao STF para que o governo faça assim, ou não faça assado; é atendido sempre, como nos pedidos permanentes de “explicações”. 

Que raio de governo “autoritário” é esse, que não tem autoridade nenhuma?
 É muito interessante, assim, o ponto de vista do ministro Gilmar Mendes sobre essa anarquia cada vez mais grosseira. Segundo Gilmar, diante das realidades que estão aí na frente de todo mundo, o mais sensato para o Brasil seria a adoção do parlamentarismo. É, possivelmente, a única contribuição construtiva jamais dada para o atual debate político por um membro do STF. O que adianta ter presidente da República se a presidência da República não manda nada? Para que esse drama de eleição presidencial a cada quatro anos se o eleito, seja quem for, vai passar o tempo todo em crise? Eis aí um excelente recado: se não governa, pede para sair.

TSE tem 85 partidos na fila por registro

O Brasil vai encerrar 2021 com 85 partidos à espera de registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) — além dos 33 já em funcionamento. Esse é o número de siglas que já apresentaram a documentação básica ao órgão, mas ainda estão na fase de coleta de assinaturas para poder disputar eleições. É pouco provável que algum deles consiga reunir o número de assinaturas necessário até abril, prazo final para que as siglas possam participar das eleições de 2022.

Aliás, a maior parte dos partidos em formação muito provavelmente ficará apenas no papel. As exigências legais (inclusive a coleta de aproximadamente 492 mil assinaturas) tornam o processo de criação de partidos caro e demorado. Nem mesmo a Aliança pelo Brasil (que, segundo o sistema do TSE, tem como presidente o próprio Jair Bolsonaro) deve obter o registro a tempo de aparecer nas urnas em 2022 conforme o planejado.

Entre os 85 partidos embrionários que pleiteiam reconhecimento no TSE, estão o PAC (Partido Anticorrupção), o PAT (Partido Alternativo dos Trabalhadores), o Partido da Frente Favela Brasil e o PE (Partido do Esporte). O último partido criado no país foi o UP (União Popular), que obteve o registro do TSE em 2019. A sigla é resultado da união de grupos radicais de esquerda e teve votação inexpressiva no pleito municipal de 2020.

Revista Oeste