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quarta-feira, 28 de junho de 2017

Defesa de Temer: gravação “transpira irregularidade”

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O perito Ricardo Molina, contratado pelo presidente Michel Temer, criticou nesta segunda (27) a perícia da Polícia Federal sobre a gravação feita pelo empresário Joesley Batista, um dos donos da JBS.

Segundo Molina, ao menos cerca de 23% do áudio se perdeu, o que, segundo ele, torna o material “imprestável” como prova.

A PF concluiu na última sexta (23) que não houve “qualquer forma de adulteração” na gravação.

“Cerca de 23% da conversação se perdeu. É óbvio que isso prejudica o entendimento. Não importa o motivo, se foi porque um ET passou ou por qualquer outro motivo. Em qualquer processo essa gravação seria considerada imprestável”, disse o perito, que deu entrevista ao lado de Gustavo Guedes, um dos advogados do presidente.

Tensão em Brasilia com a denúncia de Janot contra Temer

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Esta terça-feira (27) foi especialmente tensa em Brasília, que já tem vivido em altíssima tensão desde a divulgação da delação da JBS. A capital passou o dia sob o impacto da denúncia apresentada na segunda-feira (26) pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, contra o presidente Michel Temer por crime de corrupção passiva.
 
É a primeira vez na história do Brasil que um presidente da República é denunciado por corrupção durante o exercício do mandato. Segundo o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, “com vontade livre e consciente”, o presidente da República, Michel Temer, “recebeu para si, em razão de sua função”, por intermédio de Rodrigo Rocha Loures, o valor de R$ 500 mil oferecidos pelo grupo J&F.

Lula: "Se for condenado, não vale a pena ser honesto"

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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que se ele for condenado na Lava Jato, “não vale a pena ser honesto no Brasil”. A declaração foi dada durante entrevista à rádio Itatiaia, de Minas Gerais, ao ser questionado sobre uma possível condenação em uma das ações penais que está nas mãos do juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos relativos à Operação Lava Jato na primeira instância.

“Eu, sinceramente, se, tiver uma decisão que não seja a minha inocência, sabe? Eu quero dizer para você que não vale a pena ser honesto neste país. E quero dizer que não vale a pena você ser inocente, porque ser inocente é você não dar aos acusadores o direito de prova, então, eles ficam nervosos e vão te acusar mesmo que não tenham provas”, afirmou.

A sentença de uma das cinco ações penais em que Lula é réu pode sair a qualquer momento. Desde o dia 21 de junho, Moro está com os autos do processo para decidir se o ex-presidente é culpado ou inocente. Nesse processo, Lula é acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro por ter recebido R$ 3,7 milhões em propina por conta de três contratos entre a OAS e a Petrobras.
 

Nem Lula nem Temer: Janot diz que denunciou Temer porque ninguém está acima da lei

Janot

Numa carta enviada a colegas do Ministério Público Federal, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, afirma que denunciou o presidente Michel Temer pelo crime de corrupção passiva cometida em pleno exercício do cargo, porque ninguém está acima da lei.

Janot afirma que adotou a medida porque este é o papel do procurador-geral diante de indícios de corrupção relacionada ao presidente. O procurador-geral reafirmou ainda que o Ministério Público não de dobra a nenhum tipo de pressão. A carta foi enviada antes de o presidente fazer pronunciamento no Palácio do Planalto e insinuar que Janot recebeu dinheiro ilícito.

PCdoB promete obstrução “até Temer cair”

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Em entrevista coletiva nesta terça-feira, líderes de partidos da oposição anunciaram reforço à obstrução de matérias no plenário da Câmara dos Deputados; para PCdoB, PT, PDT, Rede e PSOL, não há possibilidade de se votar nada enquanto Michel Temer continue no cargo; “Vamos obstruir todas as matérias, porque essa Câmara não pode passar a ideia de que está tudo na mais absoluta normalidade. A crise é de tal dimensão que não há espaço para recesso em julho. Esta Casa, assim que receber a denúncia contra Michel Temer, deve estar em funcionamento e acatar o pedido”, afirmou a líder do PCdoB na Câmara, deputada Alice Portugal (BA)

Janot versus Temer: A guerra está cada vez mais suja

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No seu pronunciamento nesta terça(27), sobre a denúncia do PGR, Michel Temer não apenas sugeriu que Rodrigo Janot levou dinheiro da JBS para fazer um acordo de delação extremamente benevolente com os irmãos Batista.

Ele também usou os termos “trôpego” e “embriaguez“.
Foi a senha para que se começasse a insinuar que o PGR é alcoólatra.

Essa guerra está cada vez mais suja.

O Antagonista

terça-feira, 27 de junho de 2017

Oposição e base aliada se unem por fundo eleitoral

 

A pouco mais de três meses do prazo para fazer mudanças para 2018, as duas Casas do Congresso parecem caminhar para o consenso em, pelo menos, um ponto: 

a criação de um fundo eleitoral. 

Na Câmara, o relator da reforma política, deputado Vicente Cândido (PT-SP), propõe fundo com recursos públicos para o ano que vem de R$ 3,5 bilhões, e R$ 2,2 bilhões, em 2020.

Já no Senado, o líder do governo Romero Jucá (PMDB-RR) deve apresentar nesta terça-feira, 27, uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) com fundo de R$ 3,5 bilhões.

(?): Fachin retira de Moro outra apuração sobre Lula

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O ministro Luiz Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu retirar do juiz federal Sérgio Moro mais uma apuração relacionada ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A investigação é baseada nas delações de ex-executivos da Odebrecht.

O caso também envolve um dos filhos de Lula, Luís Cláudio, que teria sido auxiliado pela construtora para desenvolver um campeonato no Brasil de futebol americano.

Em troca, segundo os delatores, o ex-presidente trabalharia para aproximar a cúpula da Odebrecht da ex-presidente Dilma Rousseff.

Temer acusará Janot de condená-lo sem provas

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Na tentativa de barrar a denúncia contra ele, o presidente Michel Temer partirá para o enfrentamento direto com o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, acusando-o de tentar condená-lo sem provas.

Em reunião na noite de segunda-feira (26), no Palácio do Planalto, o peemedebista traçou com ministros e parlamentares estratégia de reação tanto política como jurídica contra a denúncia que pode afastá-lo do cargo.

O discurso que foi estruturado e será reproduzido em defesa do presidente é de que o procurador-geral atua contra a classe política em geral e que faz conclusões que não se sustentam pelos fatos.

PT obstruirá votações até analisar denúncia contra Temer

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Líderes do PT na Câmara e no Senado qualificaram nesta segunda-feira, 26/06, como “gravíssima” a denúncia feita pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, contra o presidente Michel Temer por corrupção passiva. 

Segundo o deputado federal Carlos Zarattini (PT-SP), a estratégia do partido será obstruir votações na Câmara até que a denúncia seja analisada pela Casa.

Temer, o super-homem? Sem plano B e "nada me destruirá".

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O presidente Michel Temer disse, ontem(26/06), que o governo está implementando uma agenda de modernização no País para a qual, segundo ele, não há um plano B.

Logo em seguida, Temer afirmou que "nada nos destruirá", nem a mim nem a nossos ministros. Ele deu a declaração ao final de um discurso em evento no Palácio do Planalto para sancionar a lei que permite aos comerciantes cobrarem preços diferentes para um mesmo produto, dependendo da forma como o cliente paga.

O presidente é alvo de investigações autorizadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) após as delações de executivos da JBS. O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, deve apresentar, hoje(27/06), uma denúncia contra Temer.

Lava Jato quer mais pena para Palocci

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A força-tarefa da Lava Jato acaba de anunciar que vai recorrer da sentença de Sérgio Moro que condenou Antônio Palocci. Os procuradores querem o aumento das penas impostas ao ex-ministro e também ao ex-tesoureiro João Vaccari Neto.

Palocci pegou 12 anos, 2 meses e 20 dias de cadeia.

Marcelo Odebrecht é condenado a 10 anos de prisão

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Mesmo na condição de delator, o executivo Marcelo Odebrecht foi condenado a 10 anos de detenção, nesta segunda-feira, 26, em ação penal, no âmbito da Operação Lava Jato, na qual é acusado de pagar US$ 10,2 milhões em propinas aos marqueteiros de campanha João Santana e Mônica Moura, em 2013, com o aval do ex-ministro Antônio Palocci.

O regime inicial fechado de dois anos e meio fixado ao empresário já é cumprido desde junho de 2015, data de sua prisão cautelar.

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Marcelo Rezende agradece orações: “vou seguir o que Deus mandar”

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Depois de semanas sem novas publicações no Instagram, Marcelo Rezende voltou a se pronunciar por meio de suas mídias sociais. Em uma publicação, o apresentador esclareceu o sumiço em suas redes.

“Eu fiquei alguns dias sem dar notícia, mas é porque eu estava em pleno tratamento. É assim mesmo: uma hora eu trato um pouco, agora estou em casa, continuo o tratamento em casa”, disse Rezende.

O apresentador do Cidade Alerta, que estava em uma espécie de retiro o qual chamou de “farmácia de Deus”, posou em uma foto com a namorada, Luciana Lacerda, e ainda aproveitou para mandar alguns recados aos fãs.
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Aliados querem que procurador preso deponha na CPI

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Aliados do presidente Michel Temer no Congresso atuam para convencer parlamentares indicados à CPI da JBS a, quando instalada a comissão, convocar o procurador Ângelo Goulart, preso após a delação dos donos da empresa, a falar para o colegiado.

Há forte expectativa sobre a estratégia de defesa que ele adotará. Os congressistas que articulam a convocação de Goulart esperam que ele decida abrir os métodos de trabalho e os conflitos internos da Procuradoria-Geral da República.

Datafolha: PT atinge maior popularidade. Monopolio da pobreza?

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Sucessora de Lula?

O Partido dos Trabalhadores atingiu sua maior popularidade desde a segunda posse da ex-presidente Dilma Rousseff, de acordo com pesquisa Datafolha publicada neste domingo (25) no site do jornal Folha de São Paulo.

Para 18% da população, o PT é o partido preferido. 
Em seguida, empatados com 5%, aparecem o PSDB e o PMDB. O Datafolha ouviu 2.771 pessoas entre os dias 21 e 23 de junho. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

O PT foi líder de popularidade até junho de 2015, quando empatou tecnicamente com o PSDB. Houve uma retomada em maio deste ano, quando atingiu 15%, mas ainda longe do auge de 29% registrado na gestão Dilma em março de 2013, pouco antes das manifestações de junho. (Exame).

Enquanto delata Temer, Geddel, Henrique e Eliseu, o “doleiro” Funaro lê livro oriental

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Enquanto detona Temer, Geddel Vieira Lima, Henrique Alves e Eliseu Padilha nas negociações de sua delação premiada, o agitado operador Lúcio Funaro, preso há quase um ano, está lendo o livro Luces de Oriente, de autoria de Frank MacHovec.

A obra aborda o tema da sabedoria oriental e fala, entre outros aspectos, sobre meditação como ferramenta para o autoconhecimento. (Época).

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Janot diz em parecer não ter dúvidas sobre culpa de Temer

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A previsão é que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ofereça hoje ou, no máximo, amanhã denúncia contra o presidente Michel Temer no Supremo Tribunal Federal (STF). Este será o primeiro passo para que o presidente possa se tornar réu. Em documento protocolado na semana passada, Janot já deu indicativos de que não vai aliviar nas acusações. Entre outras coisas, o procurador-geral disse que não há dúvida de que Temer cometeu crime de corrupção e sugeriu que a manutenção dele na Presidência contribui para a continuidade do cometimento de crimes.

A avaliação de Janot foi feita em um documento de 93 páginas em que ele defendeu a manutenção da prisão de Rochas Loures, ex-deputado e ex-assessor de Temer, apontado como o “homem da mala” do presidente. No texto, Janot disse que é “hialina”, ou seja, cristalina, a atuação conjunta dos dois nos crimes apontados na delação dos executivos do frigorífico JBS.

Lula lidera e Bolsonaro mantém alta para eleição de 2018, diz pesquisa da Datafolha

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Pesquisa realizada pelo Datafolha sobre intenções de voto para a disputa presidencial de 2018 apontam que o ex-presidente Lula (PT) manteve a liderança, com 29% a 30% das intenções de voto, seguido por Marina Silva (Rede) e Jair Bolsonaro (PSC).
O deputado federal registra tendência de alta. Tinha 8% em dezembro de 2016, passou a 14% em abril e agora aparece com 16%, sempre no cenário em que o candidato do PSDB é o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin.
O tucano, por sua vez, oscilou positivamente em simulações de primeiro e segundo turnos, mas a sua rejeição cresceu para 34%, atrás apenas da de Lula.
O ex-ministro do STF Joaquim Barbosa (sem partido) aparece com 11%, em quarto.
Nos cenários testados para eventual segundo turno, Lula ganha de Bolsonaro e dos tucanos Alckmin ou João Doria, prefeito de São Paulo.
O petista empata com Marina e com o juiz Sergio Moro (sem partido) na margem de erro, de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Marina vence Bolsonaro, e Ciro Gomes (PDT) empata com Alckmin e com Doria.
CENÁRIOS
Acusado na Lava Jato de corrupção e organização criminosa, entre outros crimes, o que ele nega, Lula vence em todos os cenários de primeiro turno simulados.
Quando disputa com Alckmin, o petista fica com 30%, e o tucano, com 8%, em terceiro. Embolados em segundo aparecem Bolsonaro, com 16%, e Marina, com 15%.

O cenário com Doria é similar: 
Lula, na dianteira, tem 30%, Marina e Bolsonaro, 15% cada um, e o prefeito, 10%.

Quando incluído, Joaquim Barbosa fica numericamente na quarta posição, à frente de ambos os tucanos, mas em empate técnico.
Já Moro aparece em segundo (14%), empatado com Marina (14%) e Bolsonaro (13%). Lula fica com 29%, e Alckmin perde pontuação (6%).
Em caso de o ex-presidente petista não disputar, o cenário fica mais conturbado.
Marina lidera (22%), mas com vantagem mais estreita do segundo colocado, Bolsonaro (16%). Barbosa fica em terceiro (12% ou 13%).
Se a disputa se der apenas entre nomes não citados na Lava Jato, critério que fortaleceu a especulação em torno de Doria, Marina continua em vantagem. Ela lidera (27%), seguida por Bolsonaro (18%), Doria (14%) e Ciro (12%).
Considerando-se o cenário com Lula e Alckmin, o petista vai melhor no Nordeste (48%), no Norte (39%), entre eleitores com ensino fundamental (39%) e os mais pobres (39%).
Bolsonaro cresce entre homens (22%), jovens de 16 a 24 anos (23%), com ensino médio (21%) e superior (21%) e de renda familiar mensal de cinco a dez salários mínimos (25%). Seu eleitorado é maior no Centro-Oeste (22%).
Alckmin amplia vantagem entre os mais ricos (14%), os com 60 anos ou mais (12%) e no Sudeste (12%). Marina se sair melhor no Norte (18%), entre mulheres (18%), jovens de 16 a 24 (18%) e de ensino médio (17%).
O instituto não incluiu nas sondagens feitas entre os últimos dias 21 e 23 os nomes de Michel Temer (PMDB) e Aécio Neves (PSDB).
REJEIÇÃO E PARTIDOS
Conhecido por 99% dos brasileiros, Lula tem a maior rejeição: 46% dizem que não votariam nele de jeito nenhum. O patamar é similar ao aferido em abril (45%).
Em segundo, Alckmin, acusado por delatores da Odebrecht de ter usado caixa dois, o que ele nega, teve a rejeição aumentada de 28% para os atuais 34%. Ele é conhecido de 87% do eleitorado.
Conhecido por 63%, Bolsonaro, com discurso de ultradireita, é descartado por 30%. Moro, conhecido por 79%, tem rejeição de 22%.
E Doria, novato na política eleitoral, é conhecido por 59% e rejeitado por 20%.
Cotado para ser o candidato do PT caso Luiz Inácio Lula da Silva seja impedido de disputar o Planalto, Fernando Haddad aparece com 3% das intenções.
Conhecido por 57%, o ex-prefeito de São Paulo tem rejeição de 28%.
Em meio à crise política, o PT atingiu sua maior popularidade desde 2015 e tem a preferência de 18% do eleitorado.
A legenda foi líder isolada em popularidade de 1999 até junho de 2015, quando empatou tecnicamente com o PSDB.
À época, os simpatizantes dos petistas eram 11% e do tucanos, 9%. Em dezembro do mesmo ano, o PT continuava a pontuar 11% e o PSDB chegava a 8%.
Depois do impeachment de Dilma Rousseff, a sigla da ex-presidente ainda penava.
Em dezembro de 2016, tinha 9%.
Voltou a crescer em maio deste ano, quando alcançou 15%.
Hoje, empatados em segundo com 5%, estão PSDB e PMDB. Já PSOL, PV e PDT têm 1% cada.
A maioria (59%) dos entrevistados, no entanto, não tem preferência por partido.

Situação de Aécio: tucanos sem rumo preservando dois nomes

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Lideranças tucanas tentam encontrar a saída para a crise enfrentada pelo partido depois das denúncias contra seu presidente afastado, Aécio Neves. Políticos experientes, marqueteiros e consultores estão sendo ouvidos por caciques da legenda. A preocupação é também com a chuva de ataques que parlamentares do PSDB estão sofrendo nas redes sociais pela manutenção do apoio ao governo Temer.

Especialistas consultados por líderes tucanos insistem que a sigla tem de se preocupar prioritariamente em blindar seus presidenciáveis do desgaste. Hoje, os nomes mais fortes são o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e o prefeito de São Paulo, João Doria. A recomendação é que os dois se mantenham distantes das reuniões dos tucanos sobre a permanência ou não no governo.