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quarta-feira, 19 de maio de 2021

Com isolamento baixo e economia melhor, economistas já veem PIB acima de 4,3%

 

Depois de uma onda de pessimismo que veio junto com o aumento recorde nos casos e mortes por coronavírus no país, nos primeiros meses deste ano, bancos, corretoras, consultorias e casas de análises do mercado financeiro começam agora a revisar seu posicionamento e a estimar uma economia melhor do que acreditavam que 2021 seria capaz de entregar.  

Muitos que, antes, falavam na possibilidade até de uma nova recessão no primeiro semestre, já começam a tirar do negativo as projeções de PIB para o primeiro e o segundo trimestre, enquanto os números para o ano completo são também revisados para um resultado mais forte. Se, até um mês atrás, a maior parte das estimativas falava em uma economia rastejante, que cresceria de 2% a 3% em 2021, no máximo, agora já há muitos falando em um crescimento que pode até passar dos 4%.

Por trás da trégua, está uma leva de quarentenas que saíram com efeitos menores sobre a atividade do que as do ano passado, resultados prévios de setores como indústria e comércio que foram melhores do que o esperado, e também uma injeção bilionária de recursos que está entrando no país via setor agrícola e exportações de commodities, os produtos básicos cujos preços no mercado internacional não param de subir.

O banco BTG Pactual, por exemplo, já fala em crescimento de 4,3% para este ano, ante os 3,5% esperados até então. O Credit Suisse vai na mesma toada e projeta alta de 4%, 0,4 ponto percentual a mais que a projeção anterior de 3,6%. “Dados econômicos suaves em abril já reforçam um cenário positivo para a economia, com apenas um leve impacto do endurecimento das medidas de distanciamento social adotadas ao longo do mês”, escreveu a equipe econômica do banco em um relatório recente a clientes.

sábado, 2 de maio de 2020

Pesquisa Veja: Bolsonaro 26,3%, Lula 23,1% e Moro com 17,5% na corrida presidencial para 2022

Na pesquisa realizada pela Paraná Pesquisa em parceria com a revista Veja, publicada na manhã desta sábado (2), o único cenário em que Bolsonaro não lidera com folga é o que tem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como candidato do PT. Nesse caso, ele também aparece numericamente à frente, com 26,3% das intenções de voto, mas empatado tecnicamente com o petista, que tem 23,1%. Nesse cenário, Moro surge em terceiro, com 17,5%.
Neste momento, Lula não pode ser candidato porque está inelegível, enquadrado na Lei da Ficha Limpa, por ter sido condenado em duas instâncias – em uma delas, ironicamente pelo próprio Moro – no processo relativo a um tríplex no Guarujá, que teria sido dado a ele pela construtora OAS como pagamento de propina.
“Hoje, a eleição tem três figuras muito fortes. Bolsonaro, Moro e Lula são aqueles que têm densidade nacional, com a diferença de que Bolsonaro e Moro são os que estão em maior evidência agora. Para o PT, a candidatura do Moro é fundamental para reequilibrar a eleição e dividir o eleitorado considerado de direita”, afirma Murilo Hidalgo, diretor do Paraná Pesquisas. A pesquisa foi feita entre os dias 26 e 29 de abril.
VEJA

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

Desemprego cai para 12,3%, mas ainda atinge 12,9 mi

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O desemprego no país alcançou a taxa de 12,3% no trimestre de maio a julho de 2018, são 12,9 milhões de pessoas sem emprego no país, de acordo levantamento mensal do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Taxa de desemprego no RN sobe novamente e chega a 16,3%, diz pesquisa

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Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) Contínua, divulgada nesta quinta-feira (18) pelo IBGE, a taxa de desemprego no Rio Grande do Norte em 2017 aumentou em 2% em relação ao mesmo período do ano passado. Essa é a pior taxa de desocupação desde 2014.

Segundo o estudo, a população em idade de trabalho no RN é de 2,834 milhões e registrou aumento de 55 mil pessoas sem trabalho, somando 2.889 milhões. A estimativa de pessoas desocupadas chega, então, a 283 mil.  

Com relação ao trimestre anterior, houve crescimento de 25 mil pessoas, uma variação de 11,2%.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

GOVERNO TEMER TEM 10,3%, ENQUANTO 44,1% O AVALIAM NEGATIVAMENTE

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Paula Laboissière - Repórter da Agência Brasil
Pesquisa da Confederação Nacional do Transporte (CNT) com o instituto MDA divulgada nesta quarta(15) mostra que 10,3% dos brasileiros entrevistados consideram positivo o governo do presidente Michel Temer, 44,1% avaliaram de forma negativa. 

Para 38,9%, o governo é regular e 6,7% não responderam ou não souberam opinar. 

Na pesquisa divulgada em outubro passado, 14,6% avaliaram positivamente o governo e 36,7%, negativamente. 

Os que consideravam o governo regular somaram 36,1% e 12,6% não souberam opinar. 

Desempenho pessoal 
Sobre o desempenho pessoal do presidente, 24,4% aprovam, 62,4% desaprovam e 13,2% não souberam opinar. 

O levantamento anterior indicava 31,7% de aprovação do desempenho pessoal de Temer e 51,4% de desaprovação. 

A pesquisa divulgada hoje ouviu, de 7 a 11 deste mês, 2.002 pessoas em 138 municípios de 25 unidades federativas das cinco regiões do país. 

A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais com 95% de nível de confiança.