CBN Noticias plugada diretamente com ReporterGM7

Mostrando postagens com marcador DIZ FGV. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador DIZ FGV. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 27 de julho de 2020

Mais de 50% das empresas vão manter mudanças adotadas na pandemia, diz FGV

Levantamento do Ibre/FGV (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas) mostrou que 56% das empresas que adotaram mudanças por causa da covid-19 devem manter integral ou parcialmente como modelo no pós-pandemia.
A ampla maioria (90%) fez alteração no modo de operação, como a prática de home office. Apenas 27% das companhias têm avaliação de que as medidas adotadas serão temporárias. Outras 17% ainda avaliam o que será feito.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

Economia brasileira cresceu 1,1% em 2018, diz FGV

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, cresceu 1,1% em 2018, segundo cálculos – divulgados hoje (19), no Rio de Janeiro – pelo Monitor do PIB, da Fundação Getulio Vargas (FGV). É a mesma taxa de expansão apresentada em 2017. A alta foi puxada principalmente pelos serviços, que se expandiram 1,3% no ano. A indústria e a agropecuária também tiveram avanços, ainda que mais moderados, de 0,4% e 0,6%, respectivamente.
Entre os serviços, aqueles que mais se destacaram em 2018 foram os imobiliários (3,1%), comércio (2,1%) e transportes (2%). Os serviços de informação foram os únicos que apresentaram queda (-0,1%). Já entre os segmentos da indústria, foram registradas altas na eletricidade (1,4%), transformação (1,3%) e extrativa mineral (1,1%). A construção teve queda de 2,4%.
Sob a ótica da demanda, o destaque ficou com a formação bruta de capital fixo, isto é, os investimentos, que cresceram 3,7% no ano de 2018. O consumo das famílias avançou 1,8% e o consumo de governo, 0,2%. As exportações tiveram alta de 4%, inferior ao crescimento de 8,1% das importações.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

INDICADOR DE DESEMPREGO SOBE 1% E ATINGE 100 PONTOS, DIZ FGV



O Indicador Coincidente de Desemprego (ICD) subiu 1% em dezembro de 2015 e chegou a 100 pontos. É a quarta alta consecutiva – reforçando a continuidade da tendência de aumento de desemprego – e o maior nível da série desde março de 2007, quando o indicador chegou a 101,5 pontos.

Em relação a dezembro de 2014, o crescimento acumulado foi de 35,9%. Os dados foram divulgados hoje (12) pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV).Eles mostram que, em todo o país, o Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp) voltou a crescer em dezembro, ao variar 2,6%, alcançando 70 pontos.