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quarta-feira, 28 de abril de 2021

Vacinas para 2ª dose da CoronaVac para três grupos prioritários serão enviadas no início de maio, diz ministério da Saúde

20210412064457iRZYn3 Vacinas para 2ª dose da CoronaVac para três grupos prioritários serão enviadas no início de maio, diz ministério da SaúdeSão Paulo – Vacinação contra covid-19 aos profissionais da saúde do Hospital das Clínicas, no Centro de Convenções Rebouças.

O Ministério da Saúde prometeu nesta terça-feira enviar na próxima semana aos Estados as vacinas para a aplicação da segunda dose da CoronaVac que estão pendentes para três grupos prioritários, depois que uma escassez de imunizantes causou dificuldades para a campanha de vacinação.

Segundo o ministério, falta enviar vacinas para cerca de 416 mil pessoas tomarem a segunda dose da CoronaVac. Essas pessoas estão distribuídas da seguinte forma: 3% dos trabalhadores da saúde, 6,2% das forças de segurança, salvamento e Forças Armadas e 1,9% dos idosos entre 60 e 64 anos.

Estados e municípios têm se queixado de não estarem recebendo vacinas suficientes para garantir a aplicação da segunda dose. Na véspera, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, reconheceu uma dificuldade na aplicação da dose de reforço da CoronaVac em razão do atraso na chegada de insumos da vacina vindos da China, o que afirmou estar causando preocupação.

Inicialmente, o ministério enviava as vacinas com uma recomendação para que os gestores locais guardassem a segunda dose, mas desde março a pasta passou a orientar que todas as vacinas recebidas fossem aplicadas de imediato como primeira dose, com a promessa de envios posteriores para a segunda — o que tem sido prejudicado pelo atraso nos insumos.

Mais de 1,5 milhão de pessoas deixaram de tomar a segunda dose das vacinas contra a Covid-19 no Brasil, de acordo com dados divulgados pelo Ministério da Saúde. Segundo especialistas, o sucesso da campanha de vacinação pode até ser colocado em risco se mais pessoas continuarem a não comparecer para tomar a segunda dose.

O Instituto Butantan, responsável por produzir a CoronaVac no Brasil, foi obrigado a interromper o envase do imunizante por falta de insumos neste mês e adiou uma entrega de 5 milhões de doses. Uma nova carga de insumos chegou da China na semana passada e o Butantan disse que fará a próxima entrega ao Ministério da Saúde no início de maio.

Segundo nota do ministério, a segunda dose deve ser tomada mesmo fora do prazo.

UOL

quarta-feira, 29 de julho de 2020

Acordo Brasil/EUA: 15 milhões de brasileiros podem virar o ano vacinados, diz Ministério da Saúde


Com os avanços nas pesquisas da vacina contra a Covid-19, o Ministério da Saúde espera que até dezembro deste ano os medicamentos sejam aprovados para que o primeiro lote da vacina de Oxford seja aplicado na população.
O secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Arnaldo Correia de Medeiros, explica que o Brasil deve receber um primeiro lote de vacinas – total de 15,2 milhões de doses – em dezembro e que, caso os testes e estudos sobre a eficácia do medicamento sejam aprovados até lá, o processo de vacinação poderá se iniciar.
“Fechamos acordo para o envio de 100 milhões de doses da vacina em três lotes. O número se baseia na campanha de vacinação contra a influenza no Brasil. O primeiro lote deve chegar na primeira quinzena de dezembro, com 15,2 milhões de doses, e o segundo terá o mesmo número de aplicações e chega entre dezembro em janeiro. O terceiro lote, de 70 milhões de doses chega entre março e abril. Se todos os estudos derem certo, nós iremos iniciar a campanha de vacinação em dezembro.”
Questionado se 15 milhões de brasileiros poderiam passar a virada do ano já vacinados, Medeiros respondeu: “A gente espera que sim, esse é o nosso sonho. Estamos trabalhando arduamente para isso.”
Medeiros explica que os primeiros grupos a receberem a vacina serão os idosos, aqueles com comorbidades e os profissionais da saúde da linha de frente. Segundo ele, o Ministério da Saúde já está mobilizando suas equipes para montar uma estratégia de aplicação das vacinas para “não criar pânico nem tumulto” na população para que seja um processo seguro.
“A Secretaria de Vigilância em Saúde cuidada do sistema nacional de imunização. Nossa capacidade de aplicar vacinas é de longa data, somos eficientes para aplicar no país inteiro de forma rápida.”
O secretário também destaca o acordo feito entre o governo brasileiro e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) com a Universidade de Oxford e a AstraZeneca – laboratório responsável pelo desenvolvimento da vacina – que garante ao Brasil a transferência da tecnologia do medicamento, que poderá ser produzido no laboratório de Bio Manguinhos, da Fiocruz.
“Nessa encomenda com a Oxford e a AstraZeneca, o governo brasileiro assumiu compromisso de transferência de tecnologia para termos autonomia de produção da vacina, que será produzida no laboratório de Biomanguinhos.”
CNN Brasil

quarta-feira, 11 de março de 2020

Planos de saúde serão obrigados a cobrir exame para coronavírus, diz Ministério da Saúde

A ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) deve publicar nos próximos dias uma resolução que inclui exames para detectar uma possível infecção pelo coronavírus no rol de cobertura mínima obrigatória pelos planos de saúde.
A informação é do secretário-executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo dos Reis. 
Ele comentou o tema ao ser questionado por jornalistas se clínicas privadas podem cobrar pelo exame no atendimento a usuários de planos de saúde.