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terça-feira, 5 de janeiro de 2021

Evolução salarial e aumentos dos governos Lula, Dilma, Temer e Bolsonaro.

Sai de uma prisão e vai entrar em outra', diz Bolsonaro sobre Lula querer  casar - Política - iG

Aumento do salário do governo do ex presidente Lula:
2002> 200,00, aumento de:
2003> 240,00, aumento de: 40,00 Lula
2004> 260,00 aumento de: 20,00
2005> 300,00, aumento de: 40,00
2006> 350,00, aumento de: 50,00
2007> 380,00, aumento de: 30,00
2008> 415,00, aumento de: 35,00
2009> 465,00, aumento de: 50,00
2010> 510,00, aumento de: 45,00 Lula deixado para Dilma
Aumento do salário do governo da ex presidente Dilma:
2011> 545,00, aumento de: 35,00 Dilma
2012> 622,00, aumento de: 77,00
2013> 678,00, aumento de: 56,00
2014> 724,00, aumento de: 46,00
2015> 788,00, aumento de: 64,00
2016> 880,00, aumento de: 92,00 Dilma
Aumento do salário do governo do ex presidente Temer:
2017> 937,00, aumento de: 57,00 Temer deixado por Dilma
2018> 954,00, aumento de: 17,00 Michel Temer
Aumento do salário do governo do presidente Bolsonaro:
2019> 998,00, aumento de: 44,00 Bolsonaro deixado por Temer
2020> 1.045, aumento de: 47,00 Bolsonaro
2021> 1.100, aumento de: 55,00 Bolsonaro
 
Taxa SELIC era 6,50% vindo dos governos Dilma e Temer e Bolsonaro deixou em 2,50% até hje
Em novembro/2020 teve aumento de emprego com CTPS assinada em 400 mil novos postos de empregos em todo o pais.

sábado, 24 de setembro de 2016

DEPOIS DE DIRCEU, DILMA, LULA E MANTEGA... FALTA PALOCCI

Resultado de imagem para Depois de Dilma, Lula, Dirceu e Mantega… falta Palocci

O próximo alvo da Lava Jato é Antônio Palocci.
Eliane Cantanhêde, do Estadão, também sabe disso:
“A presidente Dilma Rousseff sofreu impeachment, o ex-presidente Lula acaba de virar réu pela segunda vez, o cérebro político petista José Dirceu foi duplamente condenado, o eterno assessor econômico Guido Mantegaestá enrolado na Zelotes e foi preso (depois solto) na Lava Jato. Ficou faltando alguém? Sim, falta Antônio Palocci“.

sábado, 27 de agosto de 2016

VEJA: "DELAÇÃO CANCELADA ENVOLVIA LULA, DILMA, AÉCIO, SERRA E TOFFOLLI"


São Paulo - A delação premiada do empreiteiro Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS, foi cancelada na semana passada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

O estopim foi uma capa da VEJA que revelava a citação do ministro do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, e a reação de ministros da instituição.

De acordo com a revista Veja dessa semana, o material produzido ao longo de cinco meses de tratativas e descartado menciona o ex-­presi­den­te Lula, a campanha à reeleição da presidente afastada Dilma Rousseff, o senador Aécio Neves e o ministro José Serra.

No caso de Lula, a acusação é de que ele usava propinas da OAS para despesas pessoais e que ele é o verdadeiro dono do tríplex no Guarujá.

Lula e sua esposa, Marisa Letícia, foram indiciados ontem pela Polícia Federal por crimes associados ao tripléx. Eles dizem que a acusação “tem caráter e conotação políticos e é, de fato, peça de ficção”.

Segundo a VEJA, o governo Dilma teria determinado a elaboração de contrato fictício de prestações de serviços de publicidade e pesquisa para pagar despesas de campanha.

Lula e Dilma Rousseff: conversa entre aliados começou pouco depois das 18h  
© Ricardo Stuckert/ Instituto Lula Lula e Dilma Rousseff: conversa entre aliados começou pouco depois das 18h 
 
Outra acusação é de que a guarda dos bens pessoais de Lula foi feita com vista a conseguir influência em negócios internacionais.

Em relação ao hoje chanceler José Serra, a revista cita acusação de Pinheiro de que a licitação do Rodoanel Sul quando ele era governador de São Paulo em 2007 incluiu 3% em "vantagens indevidas" da Andrade Gutierrez.

O senador Aécio Neves, também do PSDB, também é citado. Segundo a VEJA, a delação de Pinheiro traz a informação de que houve uma necessidade de pagamento de 3% por fora de cada empresa do consórcio envolvido nas obras da cidade administrativa de Belo Horizonte quando ele era governador de Minas Gerais.

terça-feira, 31 de maio de 2016

DILMA, A PIOR GOVERNANTE DO MUNDO (E A MENOS TRANSPARENTE) A QUE MAIS PRIVATIZOU

                  Não, Dilma não foi eleita democraticamente
Dilma deixou o governo campeã num quesito: a presidente que mais privatizou na história.

Em 2015, Dilma Rousseff fez o pior governo do mundo.

Foi o que mostrou um relatório do Centro Mundial da Competitividade, publicado ontem.
O diretor do instituto disse à EFE:

“O Brasil tem neste ano o pior governo do mundo, pior que o da Venezuela, que o da Mongólia ou da Ucrânia. O Brasil está na lanterna em transparência, burocracia, corrupção, em barreiras à entrada de capitais, à criação de empresas, pelo número de dias para criar uma empresa. É um desastre institucional”.

Depois da demissão de Fabiano Silveira, Dilma Rousseff comentou que, em seu governo, a CGU “nunca deixou de fazer sua função, que é a transparência”.

A resposta a esse disparate está no relatório do CMC: Dilma Rousseff, entre outras coisas, foi a pior governante do mundo em matéria de corrupção e transparência.

Os jornais não podem continuar a reproduzir as notas da assessoria de imprensa daquela figura nauseabunda sem contestá-la.

O Antagonista


domingo, 13 de dezembro de 2015

DILMA, RENAN E JANOT CONTESTAM RITO DO PROCESSO DE IMPEACHMENT DE DILMA



BRASÍLIA — A presidente Dilma Rousseff, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), apresentaram na sexta-feira ao Supremo Tribunal Federal pareceres que contestam o rito do processo de impeachment defendido pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Para eles, caberá ao Senado dar a palavra final se a for favorável à abertura do processo de impeachment da presidente Dilma. Neste caso, os senadores terão de decidir se Dilma será mesmo afastada do cargo e se o processo de impeachment deverá ser instaurado. 

Cunha diz que, aprovado em votação na Câmara, o impeachment deve ser automaticamente aberto no Senado. A definição sobre como se dá a instauração do processo é importante porque, no momento em que isso ocorrer, Dilma terá que deixar a Presidência da República. Os três pareceres serão analisados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) na próxima semana, em ação apresentada pelo PCdoB. 

Além de defender a prerrogativa do Senado, o parecer do governo, assinado pelo advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, também pede a anulação do despacho inicial de Cunha que deu início ao processo de impeachment, sob alegação de que Dilma não pôde apresentar defesa prévia.

CONTRA A VOTAÇÃO SECRETA
Além de sustentar que cabe ao Senado a decisão sobre o afastamento da presidente, o procurador-geral, Rodrigo Janot, defendeu a anulação da votação secreta ocorrida na última terça-feira, em que a Câmara elegeu, em votação secreta, uma maioria oposicionista para compor a comissão que vai analisar o processo de impeachment. A anulação também foi defendida no parecer de Adams. Eles argumentam que a Constituição não permite o sigilo na votação. A esperança do governo é que, numa votação aberta, ao expor os deputados, ocorram menos traições.