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domingo, 4 de julho de 2021

No RJ, taxa de letalidade por Covid é de 5,8%; em Roraima, 1,5% - BRASIL é de 2,8%

Por Metrópoles

A grande diferença nos indicadores de mortes pela doença mostra problemas de testagem no Brasil. Entenda a situação

A letalidade por Covid-19 é de 2,8% no Brasil – ou seja, a cada mil pessoas infectadas pela doença no país, 28 morrem, em média. O número, entretanto, esconde uma variação grande dentro do Brasil. No Rio de Janeiro, por exemplo, a taxa chega a 5,8%, enquanto em Roraima é de 1,55%.

Tomado pelo valor absoluto, o resultado alto para o Rio de Janeiro é assustador. Significaria que mais do que uma em cada 20 pessoas infectada pela doença acaba falecendo. A verdade por trás do número é outra. Indica que a testagem para a doença está baixa no local – e no Brasil como um todo.

A maioria dos testes é realizada apenas em pessoas com sintomas, o que reduz a quantidade de casos confirmados de Covid-19. A consequência é que a letalidade acaba sendo artificialmente inflada por causa da subtestagem. Os números do Ministério da Saúde serviram de base para os cálculos do (M)Dados, núcleo de análise de grande volume de informações do Metrópoles.

O gráfico a seguir mostra como está a letalidade da Covid-19 por Unidade da Federaçã0 (UF) até 28/6

% de mortes por Covid-19 em relação ao total de casos:                                          06543210.55.54.53.52.51.5Roraima (RR)Amapá (AP)Santa Catarina (SC)Tocantins (TO)Rio Grande do Norte (RN)Acre (AC)Bahia (BA)Distrito Federal (DF)Sergipe (SE)Paraíba (PB)Espírito Santo (ES)Piauí (PI)Paraná (PR)Mato Grosso do Sul (MS)Alagoas (AL)Rondônia (RO)Ceará (CE)Minas Gerais (MG)Rio Grande do Sul (RS)Mato Grosso (MT)BrasilPará (PA)Goiás (GO)Maranhão (MA)Pernambuco (PE)Amazonas (AM)São Paulo (SP)Rio de Janeiro (RJ)

.O exame mais apropriado para detectar a presença do vírus em uma pessoa é o método molecular, conhecido como PCR. Nesse quesito, o Rio de Janeiro é o nono estado com a menor quantidade de testes feitos em relação à população. São 8,1 mil a cada 100 mil habitantes. A UF com o maior número de testes realizados é o Paraná, com 27,1 mil a cada 100 mil habitantes.

A grande diferença é mais um indicativo das dificuldades para testar em massa que o Brasil enfrenta desde o início da pandemia. Os números não representam, entretanto, a totalidade de testes feitos no país, já que eles levam em conta também os exames conhecidos como IGG, não presentes nos dados do Ministério da Saúde de 19 de junho deste mês.

Além disso, como aponta o boletim epidemiológico do MS, “as informações dos exames realizados estão sendo influenciadas pelo problema na atualização do envio dos dados do GAL dos estados ao GAL nacional”. GAL é o nome do sistema utilizado pela pasta para agrupar os relatórios de testagem.

Mesmo com as limitações presentes nos números, o infectologista e chefe da sala de situação da Universidade de Brasília (UnB), Mauro Sanchez, é taxativo ao falar sobre a subtestagem no Brasil. “Quanto menos você testa, menos casos leves ou assintomáticos você diagnostica. Aí o teu dominador da letalidade acaba ficando artificialmente inflado de casos mais graves, que têm uma probabilidade maior de morrer”, explica.

O especialista lamenta a situação, porque “a testagem é uma ação complementar a todos os esforços que estão sendo feitos para que se possa quebrar a cadeia de transmissão de forma mais efetiva”.

 

 



 

 

sábado, 12 de maio de 2018

No RJ, Rogério Marinho diz que novas leis trabalhistas já mostram resultados positivos para o país



As novas leis trabalhistas completaram seis meses em vigor nesta sexta-feira (11), mesma data em que o deputado federal Rogério Marinho (PSDB) lançou no Rio de Janeiro o livro “Modernização das leis trabalhistas: o Brasil pronto para o futuro”, no qual relata os bastidores do projeto do qual foi relator na Câmara. Na capital carioca, em evento realizado na Firjan, o parlamentar disse que o país já acumula resultados positivos com a nova legislação.
“Com a nova lei nós retiramos o Brasil do século passado. Agora o país tem as condições necessárias para voltar a crescer, uma lei que fomenta a geração de emprego e contribui para o desenvolvimento econômico”, disse Rogério Marinho, que já lançou a obra em São Paulo e em Natal. Na próxima semana, o livro será lançado em Florianópolis, depois ainda ocorrerão eventos em Brasília, Recife e Salvador.
Entre os números apresentados pelo deputado, destaque para as 200 mil vagas de trabalho abertas apenas entre janeiro e março deste ano. O mês de janeiro, por exemplo, atingiu seu melhor resultado em seis anos, enquanto março não chegava ao índice atual de geração de emprego desde 2013.  Além disso, o tucano enfatizou a importância da redução de números de ações trabalhistas no país. A estimativa é de que a queda de novos processos tenha sido de aproximadamente 50% no Brasil.
Outro dado que chama a atenção é que, pela primeira vez em cinco anos, a Justiça do Trabalho registrou uma queda na quantidade de ações à espera de julgamento. Entre 2014 e 2017, o estoque passou de 1,5 milhão para 1,8 milhão de processos. Ao final de fevereiro de 2018, porém, havia 1,7 milhão de ações no aguardo de sentença na primeira instância.
A nova modalidade de rescisão do contrato de trabalho feita por acordo, o distrato foi utilizado quase 40 mil vezes desde que entrou em vigor. Já o fim da obrigatoriedade do imposto sindical gerou uma redução de quase 80% na receita dos sindicatos.