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quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

A Previdência Social é superavitária? Mito ou verdade? Leia e entenda

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A cada intervalo de poucos anos, o déficit da previdência volta ao foco do debate público no Brasil. Hoje, o assunto volta com mais força, uma vez que aumento do déficit fez o Ministério da Fazenda colocar a Reforma Previdenciária como prioridade. Porém, a medida enfrenta resistência de inúmeros grupos de pressão, mostrandosua aprovação não será tarefa fácil. Uma tese recente argumenta até mesmo que a Previdência Social não seria deficitária, distorcendo os fatos e confundindo muitos diálogos sobre o tema.
É importante entender o que é a Previdência Social. Há cerca de um século, o sistema de previdência tomou corpo e passou a assumir grande importância dentre as políticas públicas. Diversos países mundo afora implantaram um sistema previdenciário ao longo do Século XX.
Onde foi adotado, o Estado passou a assumir a responsabilidade de garantir uma determinada renda aos trabalhadores em situações que os impossibilitassem de trabalhar, principalmente em eventuais casos de doenças, acidentes e idade avançada. A previdência é, portanto, uma espécie de seguro contra essas situações.
Muitos países adotam um modelo de “transferência intergeracional” – ou seja, em que a transferência aos aposentados e pensionistas de hoje é paga por uma geração diferente. É esse modelo o adotado no Brasil. Ao contrário do que muitos podem imaginar, quando uma pessoa se aposenta, ela não recebe o dinheiro ligado a suas própria contribuições. Na verdade, são os atuais trabalhadores, com suas contribuições, que financiam os benefícios de quem já está aposentado.

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O problema é que esse modelo só é sustentável enquanto há mais pessoas ingressando na força de trabalho do que saindo dela. Com o envelhecimento da população nos países desenvolvidos ao longo do século, a Previdência Social foi pesando cada vez mais sobre as contas públicas – já não havia trabalhadores suficientes para arcar com os custos do sistema. O direito previdenciário, então, passou por inúmeras modificações, sobretudo a partir da década de 80.
Por isso, as reformas em diversos países, como a Suécia e o Chile, alteraram o sistema para um modelo de capitalização individual. Neste modelo, aplica-se certa quantidade de dinheiro por mês de cada trabalhador para ser resgatado no futuro, em situações de idade avançada, invalidez, doença, etc.
O Brasil está passando hoje pela transição demográfica que outros países passaram há algumas décadas. A população brasileira está envelhecendo. Se nesta década o Brasil ainda tem a maior parte da sua população formada de jovens, essa situação deve mudar nos próximos cinquenta anos, como observado nas projeções do IBGE no gráfico abaixo. É por isso que discutir a reforma da previdência é tão importante.
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Por que essa mudança é tão mais difícil no Brasil?

No Brasil, esse debate, tal como outros, é dificultado por confusões feitas em torno da própria definição do que é ou não o orçamento Previdência Social. Isso porque, segundo a Constituição Federal, a Previdência Social faz parte do chamado “Orçamento da Seguridade Social e Saúde”, que inclui não somente gastos com aposentadorias e benefícios de seguro-desemprego, mas também gastos com saúde e assistência social. 
Por se integrar à Seguridade Social, alguns comentadores, notadamente a pesquisadora da UFRJ, Denise Gentil, afirmam que a Previdência Social seria superavitária, ou seja, teria um saldo positivo. Mas, levando em conta somente a Previdência Social (ou seja, o saldo entre contribuições para a previdência e os gastos com os benefícios), isso não é verdade. A própria Denise Gentil reconhece isso e afirmou que “[p]or essa metodologia, houve déficit de R$ 87 bilhões de janeiro a novembro de 2015″. O que ela argumenta é que não faria sentido separar a Previdência Social da Seguridade Social. É somente ao misturar a Previdência Social com os gastos de saúde e assistência social (agregando-os como “Seguridade Social”) e ao somar as contribuições da previdência com outros tributos que servem ao financiamento da saúde e da assistência social que o resultado passa a ser positivo.
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O problema no argumento de Gentil é que ele esconde que a mais importante informação sobre a sustentabilidade da previdência é o equilíbrio entre contribuições  de trabalhadores e benefícios de inativos do sistema previdênciárias. Se as contribuições de trabalhadores não forem suficiente para arcar com os custos das previdência (ou seja, se existir um “déficit”), a sociedade vai precisar gastar mais e mais impostos com aposentadorias e outros benefícios. Com isso, sobram menos recursos para a Saúde e a Assistência Social.
O que Denise Gentil e outras pessoas que dizem o déficit da não importa é que, sem se corrigir esse desequilíbrio, vão restar menos recursos públicos para esses outros gastos que a sociedade também entende por essenciais.

E de quanto é essa conta?

Seguindo a definição de saldo como “subtração das receitas pelas despesas previdenciárias”, nossa Previdência Social fechou o ano de 2015, segundo os próprios dados divulgados pelo Governo Federal, com um déficit de 2,21% do PIB – um custo quatro vezes maior que o do Bolsa Família, e mais que o dobro de todo o gasto com as universidades públicas. Se esse resultado parece assustador, a notícia é ainda pior: as projeções, segundo o próprio Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS), apontam para um agravamento desse déficit ao longo dos próximos anos, intensificado pelas aposentadorias por idade, devido ao inevitável envelhecimento da população brasileira.
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O que fará esse déficit explodir?

O saldo da previdência pode ser expresso, também, como uma fração, em vez de uma subtração. Esse método oferece as vantagens de ser decomposto de forma mais clara, demonstrando as maneiras pelas quais ele pode variar ao longo do tempo. Dessa forma, podemos utilizar a seguinte decomposição:

Receitas/Despesas = Alíquota de Contribuição Média * Salário Médio/Benefício Médio * Número de Contribuintes/Número de Beneficiários

No ano de 2014, apresentei um artigo na Associação Nacional de Pós-Graduação de Economia (ANPEC) mostrando que, enquanto a primeira e a segunda relação se mantiveram estáveis entre 2002 e 2012, foi a relação Contribuintes/Beneficiários que havia sido a responsável pela totalidade da melhoria financeira da Previdência nesse período (ainda que em todos os anos a conta tenha ficado no vermelho). Porém, será essa mesma relação a responsável pela explosão do déficit.
Isso porque as pessoas, muitas vezes, são contribuintes no período mais maduro de sua vida – isto é, entre os 30 e 50 anos de suas idas — e, conforme surgem as oportunidades, vão se tornando beneficiárias dela a partir de então. O gráfico abaixo, por exemplo, mostra os contribuintes para qualquer instituto de público de previdência em 2014, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios.
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Como se observa, temos uma maior taxa de contribuintes na faixa da maturidade, enquanto os grupos de idade correspondente à juventude e à velhice mostram pouca contribuição previdenciária. Já no sentido dos benefícios, a tendência é claríssima, como haveria de se esperar: quanto mais idosos, mais beneficiários da Previdência Social.
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E como ficará a estrutura demográfica do Brasil nas próximas décadas? Como dito no início do texto, nosso país passou, há alguns anos, por segunda transição demográfica, seguida por um “bônus” populacional, em que a população de 18 a 50 anos crescia mais rapidamente do que a população idosa, ao mesmo tempo em que a população jovem e infantil caía. Essa dinâmica, porém, está cada vez mais fraca, próxima da estagnação, com a população idosa crescendo cada vez mais rapidamente, sem ser compensada pelo crescimento da população “madura”.   
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Quais são as consequências desse déficit?

Esse relevante e crescente déficit do INSS, segundo a pesquisa dos economistas Tiberto e Mendonça, de 2012, contribui substancialmente para o déficit do setor público, comprometendo qualquer esforço de poupança pública, além de limitar o superávit primário, o que impede, em certo grau, a redução de juros no país, afetando diretamente o custo de um crediário nas Casas Bahia de milhões de brasileiros. Já os pesquisadores Turra e Queiroz mostraram, em 2005, que déficits no sistema de seguridade social impedem maiores investimentos em educação pública, além de desincentivar a poupança privada, podendo acarretar em uma substancial redução, se não reversão, do bônus demográfico para o crescimento econômico. 
Portanto, é impossível negar que o saldo negativo da Previdência Social seja um empecilho ao desenvolvimento econômico em longo prazo, o que dificulta o combate à pobreza e às desigualdades sociais. Foi nesse ensejo que o Governo Dilma, seguido pelo Governo Temer, colocou como prioridade a Reforma da Previdência, sempre a enfrentar grandes resistências de fortes setores da esquerda e da direita brasileiras.
Não há dúvida que há muitos interesses em jogo e que o avanço das reformas previdenciárias devem ser cuidados e lever em consideração em especial o bem estar dos mais pobres. Mas negar a existência do muito real e relevante déficit da previdência não é uma solução. Sem esse debate, todavia, o caminho para o Brasil será apenas pagar mais impostos ou se arriscar, perigosamente, a se tornar insolvente para o mundo.
Daniel Duque

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Orçamento da ciência tem novo corte, de R$ 477 milhões

O Orçamento nacional de Ciência e Tecnologia, que já começou o ano 25% menor do que em 2017, deverá encolher mais 10%, por causa do bloqueio de R$ 16 bilhões do Orçamento federal, anunciado pelo governo na semana passada.

As consequências serão “catastróficas para toda a estrutura de pesquisa no País”, na avaliação de entidades científicas.

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 Grafico acima é do governo petista. O Decreto 8.389, do governo Dilma que contingenciou gastos de custeio antes mesmo da aprovação acima explicou a necessidade de adequar, hoje o governo Temer não pode fazer, que é golpe contra o povo.

Os ministérios da Defesa e das Cidades ficaram em segundo e terceiro lugares no ranking das áreas que sofreram os maiores cortes de gastos.

Decreto determinou economia mensal de R$ 1,9 bilhão até que orçamento seja aprovado pelo Congresso. Medida atinge desembolsos não obrigatórios, como despesas administrativas 

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Tem que ceder: Temer vai mudar de novo o texto da reforma da Previdência para tentar aprovar


Para aprovar a reforma da Previdência, o presidente Michel Temer admitiu ceder na regra de transição para ingressos no serviço público até 2003. O presidente também pode abrir mão do limite de dois salários mínimos no caso de acúmulo de aposentadorias e benefícios, ampliando-o para o teto da Previdência Social.

“Se decidirem que o acúmulo da pensão não será até dois salários mínimos, como está no projeto que vai ser apresentado amanhã [7], e chegarem à conclusão de que deve ser o teto da Previdência Social, de R$ 5.645, eu penso que, por força do diálogo, poderá eventualmente chegar a isso. De igual maneira, a questão daqueles anteriores a 2003, uma regra de transição”, disse o presidente, em entrevista ao Jornal da Band,, exibida na noite desta terça-feira (6).

Reformas: Lula defendeu, Dilma defendeu, Temer defende e porque eu não?


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AgencGM-7 * Caraubas/RN - Diz um ditado: "Pimenta nos lhos dos outros é colírio". A Reforma da Previdência é necessária. Isto é fato! É inegável. Os contrários que não aceitam é por questões meramente politica por seus partidos se posicionaram contra.

Lula disse: "Quando a lei Heló Chaves  foi feita em 1923 a gente morria com 60 ou 50 anos de idade, hoje a gente tá morrendo com 75, eu tenho já tenho 72, já to quase lá. Mas a medida que avance cientificamente, a nossa sobrevivencia, a gente nao pode está com a mesma idade que tinha lá tras com 50, é preciso que voce avance".
 
Dilma disse mesmo contra resistencia explicita do PT e dos partidos da base de sustentação ao seu governo trouxe revoltas nos movimentos sociais, pautando uma agenda impopular para reequilibar as contas do pais como hoje as de Temer bastante criticado pelo: "Voce tem varias formas para encarar as contas da previdencia, os outros paises desenvolvidos, todos eles buscaram aumentar a idade minima de acesso a aposentadoria. Tem esse caminho. Tem um outro caminho tambem: que é o 85, 95 móvel progressivo, que resultará na mesma competencia".

A Reforma da Previdência é necessária para termos no futuro um Brasil melhor para os brasileiros e os aposentados receberem seus proventos em dia! O dinheiro pode acabar e ai?

Reclame quem quiser. DEFENDO, porque sei que se fosse o PT, faria ela. Hoje tem musando usando da hipocrisia, quando eram contra e defendiam no passado. 
 
A justificação é dizer que não era essa reforma que mexe com os trabalhadores. A de Dilma mexia e era defendida com unhas e dentes pelos petistas, PRINCIPALMENTE POR lULA onde prejudicava os aposentados. Dilma mexeu com os trabalhadores quando fez uma meia reforma trabalhista prejudicando trabalhadores e desencadeando protestos no pais.

VEJA:
13maio. TEXTO DO SINDJUFE-BA:
Deputados do PT e PCdoB votam a retirada de direitos dos trabalhadores
terça-feira, 12 de maio de 2015
Na calada da noite desta última quarta-feira (06/05), foi aprovado o texto-base da Medida Provisória (MP) 665 na Câmara dos Deputados. Construída e articulada pelo governo Dilma (PT) sob a justificativa de “equilíbrio das contas para retomada do crescimento”, esta medida é parte do “ajuste fiscal” do governo que ataca diretamente a classe trabalhadora ao restringir o acesso ao seguro desemprego, abono salarial e seguro-defeso. 
Trata-se de uma traição histórica a aprovação da medida, pois só foi concretizada graças ao vergonhoso apoio dos deputados do PT e PCdoB em bloco com PMDB – principal partido de base de apoio do governo. 
No caso do seguro desemprego, o tempo mínimo de trabalho exigido em uma mesma empresa passou de 6 para 12 meses. Em relação ao abono salarial, que antes era fixado em um salário mínimo para quem recebia até dois salários, agora passa a ser proporcional ao tempo de trabalho. Além disso, antes eram necessários 30 dias no emprego, agora a exigência será de três meses. 
O objetivo é jogar sobre as costas dos trabalhadores a conta da crise, preservando os interesses e lucratividade da elite brasileira e internacional. Afinal, enquanto se pretende economizar R$ 18 bilhões com medidas que afetam diretamente a parcela mais pobre da população, cerca de R$ 200 bilhões foram liberados aos grandes empresários na forma de renúncia fiscal (redução do IPI, desonerações, etc)…

ReporterGM-7 * Gilmar Marques

Petrobras anuncia terceiro aumento da gasolina em fevereiro

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AgencGM-7 * Caraubas/RN - Mias uma vez o povo paga o preço de erros do governo passado quando mentiu para ganhar eleição. A Petrobras reajustou os preços da gasolina para as distribuidoras em 0,5%, e do diesel em 0,6%. O aumento vale a partir desta segunda(6). 

Tá com a gota serena. Esta foi a terceira correção neste mês. Bolsonaro fez palestra e criticou o aumento dos impostos nos combustiveis dos governos passados e atual.

A que entrou em vigor no sábado (3) teve os mesmos percentuais, e a que passou a valer na sexta-feira (2), ficou em 0,8% para a gasolina. 
Na véspera, para o dia 1º, a estatal tinha anunciado reduções nos preços dos dois produtos:
A queda para a gasolina ficou em 1,5% e no diesel em 1,4%.

ReporterGM-7 * Gilmar Marques

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PF encontrou ligações "suspeitas" entre Temer e seu operador Coronel Batista


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A Polícia Federal encontrou ligações telefônicas entre Michel Temer (MDB) e o coronel aposentado da PM João Batista Lima Filho – amigo de décadas e ex-assessor do emedebista.

As chamadas são citadas em relatório da Operação Patmos sobre o celular do coronel. Segundo o documento, Temer e Lima tiveram 12 conversas telefônicas entre abril de 2016 e maio de 2017. 

As informações foram publicadas pelo Blog do Fausto Macedo via Estadão.

Operação Endemia: PF ataca fraudes no FGTS

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Investigação aponta que esquema fornecia atestados médicos falsos de HIV e câncer para que usuários pudessem sacar o saldo do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço


DEM leva Maia em circuito nacional como candidato


DEM está organizando um circuito nacional para o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (RJ).

Após o Carnaval, a sigla fará uma série de atos pelo país para apresentá-lo como pré-candidato ao Planalto.

As filiações dos deputados Tereza Cristina (MS) e Fábio Garcia (MT) já serão usadas como palanque para Maia.

CPF e título de eleitor num só documento digital

 

O CPF e o título de eleitor num só documento. É o que prevê o Documento Nacional de Identificação (DNI), projeto – piloto lançado hoje pelo governo federal. O documento está em fase de testes em cerca de 2 mil servidores do Ministério do Planejamento e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). 

A meta do governo é que o serviço esteja disponível para a população a partir de julho.

O DNI surgiu do projeto de Identificação Civil Nacional (ICN), sancionado em maio de 2017. 

A proposta prevê um novo documento, válido em todo território nacional, que unificará dados biométricos e civis dos brasileiros.

Extintor de incêndio pode voltar a ser item obrigatório em automóveis

 

O Senado deve analisar em 2018 o projeto que determina a presença do extintor de incêndio nos veículos nacionais e importados à venda no Brasil. A obrigatoriedade do equipamento já havia sido derrubada em setembro de 2015 pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que o considerou desnecessário diante da evolução tecnológica da indústria automobilística.

O equipamento é exigido apenas para caminhões, micro-ônibus, ônibus e veículos que transportam produtos inflamáveis. O autor do projeto de lei (PLC 159/2017), deputado Moses Rodrigues (PPS-CE), alega que o projeto evitará que o Contran aja de “modo imprudente” e protegerá a vida e a integridade física de condutores e passageiros.

Projeto amplia rigor contra motoristas e donos de veículos não habilitados

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Projeto de lei estende à pessoa física não habilitada a mesma penalidade aplicada à pessoa jurídica que não identifica no prazo legal o motorista responsável pela infração cometida na condução de veículo de sua propriedade. 

A matéria (PLC 108/2011) que altera o Código de Trânsito Brasileiro está tramitando na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).

A legislação atual prevê que após o prazo de 15 dias, não havendo identificação do infrator e sendo o veículo de propriedade de pessoa jurídica, será lavrada nova multa ao proprietário do veículo, mantida a originada pela infração, cujo valor é o da multa multiplicada pelo número de infrações iguais cometidas no período de 12 meses.