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terça-feira, 18 de abril de 2017

Cúpula de segurança do estado discutiu “madrugada segura” em Caraubas/RN na Ufersa com a sociedade.


AgencGM-7 * Caraubas/RN – Parabéns aos três poderes e a cúpula da policia militar do estado. “Segurança é um dever do estado, não do município”. O auditório da UFERSA foi palco de um momento histórico nesta terça(18/04) para o município de Caraubas, cidade cravada no meio do Sertão potiguar.. Presentes, todos os comandantes em todas as áreas de segurança estadual.
Com a sociedade presente foi debatido o tema de insegurança (”Madrugada Segura”) que ora vive o solo norteriograndense, especialmente em Caraubas/RN e região que passa por momentos criticos com roubos, furtos e assaltos.
Preocupado com a proporção da onda de assaltos que tomou de conta na terra das caraubeiras, o prefeito Junior Alves(PSD),  em reunião com a cúpula de segurança do estado, com sua equipe e o Poder Legislativo conseguiram uma solução de combate com o “Madrugada Segura”. 

As diligencias do “Madrugada Segura” é uma ação continua da politica estadual da PM que visa coibir as frequentes ondas de assaltos e roubos a bancos nas regiões do estado. A sede do contingente será em Caraubas, a base será numa residência patrocinada pela gestão com que ajuda com alimentação. Quem ganha é Caraubas, quem ganha é a população.
O prefeito Junior Alves deu as boas vindas depois que os cerimonialistas (Vivian Cristina e Paulo Walter) passaram o microfone. Assim se expressou o gestor:

Para acelerar Lava Jato, STF deve discutir foro privilegiado em maio


Para acelerar Lava Jato, STF deve discutir foro privilegiado em maio: Ministra Cármen Lúcia disse informalmente a colegas da Corte que ação será julgada na segunda quinzena de maio  
© Reuters Ministra Cármen Lúcia disse informalmente a colegas da Corte que ação será julgada na segunda quinzena de maio 
 
- A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), a ministra Cármen Lúcia, deve pautar para a segunda quinzena de maio uma ação que restringe a regra do foro privilegiado de políticos. A medida poderia agilizar o andamento de processos da Lava Jato.

A abertura de 76 novos inquéritos pela força-tarefa deixa a Corte com falta da estrutura para conduzir os processos em grande quantidade, incomum para os padrões do tribunal.

Segundo a jornalista Andréia Sadi‏ disse à Globo News, a ministra já comunicou informalmente aos seus colegas do STF que o tema deve ser abordado na Corte.

O ministro Luís Roberto Barroso liberou a pauta em fevereiro deste ano. O magistrado defende somente autoridades que cometerem crimes durante o mandato sejam julgados pelo Supremo. Atualmente, o foro especial vale para qualquer crime atribuído a autoridades, independentemente de quando foi cometido e do tipo de crime praticado.

Suíça fornece dados de servidor da Odebrecht ao Brasil sobre o caminho do dinheiro

 Odebrecht na Suíça: Sede da empresa Safe Host, em Genebra, que guardava o servidor da Odebrecht no país
  © Jamil Chade/Estadão 
Sede da empresa Safe Host, em Genebra, que guardava o servidor da Odebrecht no país
 
GENEBRA - A Suíça compartilhou com os procuradores da Operação Lava Jato dados do servidor da Odebrecht no país referentes a pagamentos de propinas, com datas, beneficiários e rota disponível do dinheiro. No total, os suíços confiscaram 2 milhões de documentos, e-mails, extratos bancários e contratos sobre movimentações financeiras da construtora em todo o mundo.
Os dados, segundo os procuradores, devem confirmar conteúdos de delações premiadas de ex-executivos da empresa contra versão contestatória de quase a totalidade dos políticos que são alvo de inquéritos no Supremo Tribunal Federal. O senador Romero Juca (PMDB-RR) chegou a chamar os depoimentos de "ficções premiadas".
 
Quando a Lava Jato começou em 2014, parte dos rastros de pagamentos no Brasil pela Odebrecht foi destruída. Já o servidor que armazena as movimentações de dinheiro da empresa direcionado a propinas foi mantido em Genebra. Sua existência foi revelada pelos próximos ex-funcionários da construtora.
Em janeiro deste ano, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, estava com uma reunião marcada com o procurador suíço Michael Lauber, em Berna. Antes do encontro, os suíços disseram a Janot que teriam uma “boa notícia” em relação aos dados dos servidores. Mas a reunião jamais ocorreu, já que horas antes o brasileiro teve de retornar ao País por causa da morte do ministro do Supremo, Teori Zavascki.
Até agora, foram mais de mil relações bancárias identificadas com a Odebrecht em contas na Suíça, com o bloqueio inédito de mais de US$ 1 bilhão. Os dados também mostraram que, apenas pelas movimentações da Odebrecht, cerca de US$ 635 milhões passaram pelas contas secretas.
Destruição.
Em documento obtido pelo Estado no Tribunal Federal Suíça, de 21 de dezembro de 2016, os suíços informam que houve tentativa da Odebrecht em destruir as informações do servidor da empresa mantido no país. “Grande parte dos dados foi deletado antes por ordens da direção ou foi encriptada. Mas elas puderam ser restauradas e decriptadas”, indicou o documento.
“Além disso, milhares de listas foram confiscadas e partes de pagamentos registrados no sistema de contabilidade paralelo foram listadas, com referência às datas dos pagamentos, o valor e o número de codinomes dos recipientes, além da pessoa responsável pelo pagamento”, dizem os suíços.
'Armadilha'.
O acesso ao servidor começou a se tornar uma realidade quando Fernando Miggliaccio, ex-executivo da Odebrecht e responsável por fazer pagamentos de propinas, foi preso em Genebra. Em seu depoimento diante do juiz federal Sérgio Moro, ele contou que foi vítima de uma “armadilha” por parte do Ministério Público da Suíça. Miggliaccio foi preso em Genebra em fevereiro de 2016 e sua detenção foi considerada como fundamental para os investigadores.
Os dados que estavam com ele eram considerados essenciais para entender o pagamento de supostas propinas em diversos países.
No início da Lava Jato, Miggliaccio foi transferido para fora do Brasil e passou a viver entre a República Dominicana e os Estados Unidos. Em fevereiro do ano passado, Miggliaccio revelou que recebeu uma ligação de um dos bancos onde tinha conta em Genebra, solicitando sua presença física para fechar a conta. “Eu tinha uma conta. É um direito que todos temos”, disse. “Mas o procurador da Suíça armou uma armadilha para mim”, revelou.
“Ele (o procurador) sabia que eu ia lá fechar a conta. Eles na Suíça já tinham conhecimento das denúncias da Odebrecht e sabia que eu era quem contralava tudo isso. Por isso, armou isso”, disse. “Eu não queria ir para lá (Genebra). Foram eles que ligaram para que eu fosse para lá. Depois, ele (o procurador) me disse que montou a armadilha”, disse.
Miggliaccio passou a responder a um processo por lavagem de dinheiro na Suíça e prestou, nos três meses preso, um total de 14 depoimentos. Em meados do ano passado, depois de aceitar fechar um acordo de delação premiada no Brasil, voltou ao País. 

Delator diz que tratou de caixa 2 com deputado “Garanhão”

Fábio Faria, o deputado “Garanhão” das planilhas da Odebrecht 
  © image/jpeg Fábio Faria, o deputado “Garanhão” das planilhas da Odebrecht 
 
O executivo Alexandre José Lopes Barradas disse em delação premiada que tratou do pagamento de caixa 2 em 2010 diretamente com o deputado federal Fábio Faria (PSD-RN), conhecido como “Garanhão” na planilha da empreiteira.
Na época, Fábio Faria concorria a uma cadeira na Câmara dos Deputados, enquanto o pai, Robinson Faria (PSD), era o vice na chapa encabeçada por Rosalba Ciarlini (PP) na disputa pelo governo do Rio Grande do Norte. Hoje, Robinson é o governador do Estado e Rosalba, prefeita de Mossoró.
“Ele (Fábio Faria) falou que precisava de R$ 100 mil pra campanha dele e R$ 350 mil seriam repassados pra campanha majoritária (de Rosalba Ciarlini ao governo estadual), mas essa conversa foi só com ele. Não teve o pai dele nessa conversa”, disse Barradas em depoimento à Procuradoria-Geral da República (PGR).
Indagado se o parlamentar perguntou de onde vinha o dinheiro, Barradas foi categórico: “A maneira de fazer (o repasse) foi logo colocada: ‘Agora eu não tenho condições de fazer forma oficial, eu tenho de fazer via caixa 2…’ Isso foi falado”.
Rosalba foi eleita governadora do Rio Grande do Norte no primeiro turno das eleições com 52,46% dos votos válidos. Fábio Faria, por sua vez, garantiu uma cadeira na Câmara dos Deputados naquela eleição.
Segundo o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, Barradas tinha a função de identificar lideranças políticas que pudessem apoiar e criar um ambiente favorável aos projetos de parcerias público-privadas e privatizações no mercado de saneamento.
“Toda doação de uma empresa tem sempre uma ideia… Ou ela vai apoiar uma pessoa pelas ideias, mas sempre um sentimento… Até uma instituição de caridade você doa porque está vendo um trabalho bem feito ali. Toda doação tem sempre um objetivo”, comentou Barradas em seu depoimento.
“Você não pode apoiar um candidato com ideias estatizantes, vai ser um choque. Porque se o cara é estatizante, está na contramão daquilo que nós vendemos”, explicou o delator.
Segundo Barradas, a questão do saneamento foi um dos principais pontos discutidos com Rosalba, que lhe teria prometido que a área seria prioridade de sua gestão, caso fosse eleita.
Para Janot, as condutas narradas “não se tratam de mera doação eleitoral irregular”. “Vislumbra-se, na verdade, uma solicitação indevida em razão da função pública que se almeja ou que ocupa, a pretexto de campanha eleitoral. Por esta razão há fortes indícios de que se está diante de crimes graves que precisam ser minuciosamente investigados. O recebimento de valores a pretexto de doação eleitoral pode configurar verdadeiro ato de corrupção com um lastro de dependência entre recebedor e doador que pode ser cobrado imediata ou futuramente, não determinado, mas certamente determinável”, escreveu o procurador-geral da República, ao pedir a abertura de inquérito.
A reportagem não obteve resposta do deputado federal Fábio Faria do governador Robinson Faria e da prefeita Rosalba Ciarlini. Além de Robinson Faria, outros dois governadores são investigados no Supremo Tribunal Federal (STF) com base nas delações da Odebrecht: o de Alagoas, Renan Filho (PMDB), e o do Acre, Tião Viana (PT).

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Cunha diz que reunião com Odebrecht foi agendada por Temer


Cunha diz que reunião com Odebrecht foi agendada com Temer: Cunha diz que reunião com Odebrecht foi agendada diretamente com Temer  
© dr Cunha diz que reunião com Odebrecht foi agendada diretamente com Temer 
 

Em nota escrita do complexo penal onde está preso, em Curitiba, o ex-deputado Eduardo Cunha rebateu o teor de entrevista do presidente Michel Temer, no sábado (15), à TV Bandeirantes.
Na nota, Cunha questiona dois pontos principais: no primeiro, sustenta que o encontro de 2010 -em que delatores da Odebrecht dizem ter negociado propina para o PMDB em reunião de que ele e Temer participaram- foi "agendado diretamente com" o presidente.
No segundo, afirma que a decisão de abrir o processo de impeachment de Dilma Rousseff, em dezembro de 2015, foi discutida com o então vice dois dias antes de oficializada.
O texto foi distribuído a interlocutores próximos.
Temer confirma a existência da reunião, realizada em seu escritório político em São Paulo, mas nega que nela tenham sido discutidos valores ou acertos escusos. Também negou, em entrevista à Band, no sábado, ter sido ele o responsável por agendar a reunião.
"[Em 2010], o Eduardo Cunha diz: 'Há uma pessoa que quer colaborar, mas quer pegar na sua mão, quer cumprimentá-lo'. E ajustamos um dia em que eu estava em São Paulo. Eu até confesso que cheguei um pouco atrasado à reunião", disse Temer.
Na nota, Cunha diz que "o presidente se equivocou nos detalhes".
"A referida reunião não foi por mim marcada. O fato é que estava em São Paulo, juntamente com Henrique Alves e almoçamos os três juntos no restaurante Senzala, ao lado do escritório político dele, após outra reunião e fomos convidados a participar dessa reunião já agendada diretamente com ele."
Cunha diz, no entanto, que na reunião "não se tratou de valor nem [se fez] referência a qualquer contrato daquela empresa".
"A conversa girou sobre a possibilidade de possível doação e não corresponde a verdade o depoimento do executivo", escreveu o peemedebista.
Os delatores da Odebrecht sustentam ter recebido, nesse encontro, a chancela de Temer para o pagamento de US$ 40 milhões em propina a integrantes do PMDB .

'Provável que alguns ministros fiquem desconfortáveis e saiam do cargo', diz Temer

Temer diz ter achado 'desagradável' e 'constrangedor' ver seu nome citado em delação: Temer: 'Não se falou de contratos'  
© Dida Sampaio/Estadão Temer: 'Não se falou de contratos' 
 
O presidente Michel Temer afirmou que alguns ministros podem deixar voluntariamente o governo, tendo em vista as revelações das delações da Odebrecht, que colocaram oito ministros de seu governo como alvos de inquéritos autorizados pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin. "É muito provável que alguns ministros fiquem desconfortáveis e peçam para sair do cargo", disse o presidente. A afirmação foi feita em entrevista concedida à Rádio Jovem Pan na manhã desta segunda-feira, 17.
Temer reforçou, no entanto, que só vai afastar temporariamente os ministros se houver denúncia formal do Ministério Público. Já o afastamento definitivo só acontecerá no caso de os citados se tornarem réus. "Não vou demitir simplesmente porque alguém falou, é preciso provas robustas. Se vier a denúncia, não significa culpabilidade completa, mas terá fortíssimas indicações de que essa delação é correta", disse.
O presidente ainda disse acreditar que dificilmente as eventuais denúncias vão demorar para serem apresentadas. "A OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) está entrando com representação hoje para acelerar as investigações. Por isso, não creio que as denúncias venham só no ano que vem. Acho que virão rápido. E o governo está interessado em que tudo seja feito da forma mais rápida possível", afirmou.
Temer também admitiu que de fato as delações são estarrecedoras e preocupantes, principalmente porque transmitem uma imagem ruim do Brasil para o exterior. "Sob esse ponto de vista é péssimo." Mas ele disse que o País precisa seguir em frente. "O Brasil não pode parar. Temos reformas pela frente. Então (as delações) são estarrecedoras, mas não podem ser fator de paralisia. Agora precisamos deixar o Judiciário trabalhar", reforça.
Sobre um possível acordão para paralisar com a Operação Lava Jato entre ele e os ex-presidentes Lula e Fernando Henrique Cardoso, Temer negou mais uma vez sua participação em qualquer pacto desse tipo. "Não tem conversa na direção de um possível acordão, FHC já negou. Fazer acordão para problema que está no Judiciário é inviável. Não participo e nem promovo", disse.

Presidenciáveis fora da lista de Fachin ensaiam discurso ético

Ciro Gomes, Marina Silva e Jair Bolsonaro 
© image/jpeg Ciro Gomes, Marina Silva e Jair Bolsonaro
 
 
 
Os três presidenciáveis que ficaram de fora da lista de Fachin já ensaiam um discurso ético para as eleições de 2018. Ciro Gomes (PDT-CE), Jair Bolsonaro (PSC-RJ) e Marina Silva (Rede-AC) avaliam que a lista de pessoas citadas não surpreende e criticam os investigados pela Lava Jato. A informação é da edição deste domingo do jornal O Estado de S.Paulo.
 
A ex-ministra do Meio Ambiente no governo Luiz Inácio Lula da Silva aproveitou para atacar a gestão Michel Temer, o Congresso Nacional e o PT, para o qual, segundo ela, “o poder de partido falou mais alto do que o poder de nação”. Marina ressaltou que “não é o momento para discutir nomes de quem está ou não na lista, mas, sim, de pensar como o Brasil vai fazer essa travessia para uma sociedade melhor, de como mudar um Congresso que está lá graças ao caixa 2 e à corrupção”. A ex-ministra disse ainda que “a eleição de 2014 foi uma fraude por causa do abuso de poder econômico”.

Questionada sobre como fazer uma campanha sem se relacionar com a corrupção, ela afirmou que as campanhas podem ser diferenciadas e não precisam ser do jeito que estão. “Esse modelo de política não funciona. O poder concentra o poder nele mesmo”, disse. Já Bolsonaro afirmou que esperava os nomes que estão na lista. Disse que, “quando o Poder Executivo vai ao Congresso, é para comprar voto”. Quanto às eleições de 2018, o deputado afirmou que, “se o povo reeleger o atual Congresso, ele merece o poder que tem”. O deputado afirmou que, se eleito, não vai lotear o governo em troca de governabilidade. Perguntado se isso não traria caos ao Planalto, Bolsonaro disse que “caos é o atual governo”. Risco.

Ex-ministro de Itamar Franco e também de Lula, Ciro Gomes atacou a generalização que a divulgação dos investigados no STF causa na sociedade. “A pena política não pode ser a mesma de alguém que recebeu R$ 50 mil com recibo e de outro que vendeu uma medida provisória”, afirmou. Segundo ele, “o pior dos mundos é incitar a opinião pública, o que coloca em risco a democracia”. O pré-candidato do PDT ainda criticou os outros dois que estão fora da lista de Fachin. “Olha o moralismo da Marina, do Bolsonaro!” Quando questionado quem seria seu maior adversário em uma corrida presidencial, o cearense respondeu: “Se o debate for inteligente sobre qual a solução do Brasil, eu reino!”.

Delator entrega contas de supostos repasses a Serra na Suíça

Delator entrega contas de supostos repasses a Serra na Suíça: Senador recebeu euros para campanha de 2010 à Presidência da República 
© Susana Vera / Reuters 
Senador recebeu euros para campanha de 2010 à Presidência da República
 
Um dos delatores da Odebrecht, ex-superintendente da empreiteira em São Paulo, entregou ao Ministério Público Federal os números das contas e os nomes dos bancos que, segundo ele, foram usados para transferir euros no exterior para a campanha do senador José Serra (PSDB) à Presidência em 2010.
Segundo Carlos Armando Paschoal, conhecido como CAP, os intermediários dos pagamentos a Serra foram duas pessoas próximas ao tucano: primeiro Márcio Fortes, ex-tesoureiro do PSDB, que recebia em reais no Brasil, e depois o empresário Ronaldo Cezar Coelho, que utilizou contas na Suíça.
O depoimento de CAP foi corroborado por outros, como o de Pedro Novis, ex-presidente da Odebrecht, e parte de seu teor foi adiantada pela Folha de S.Paulo, que revelou que a empreiteira delatou repasses de R$ 23 milhões a Serra.
Os pagamentos aconteceram, ainda segundo o delator e os papéis apresentados, entre 2009 e 2010, em troca de o governo de São Paulo ter pago a uma das empresas do grupo Odebrecht R$ 191,6 milhões que haviam ficado pendentes de obra na rodovia Governador Carvalho Pinto.
O débito do Estado com a Odebrecht já vinha se arrastando na Justiça havia cerca de oito anos, ainda segundo o delator, e poderia ter continuado sub judice, mas o governo paulista fez acordo com a empreiteira em troca dos repasses para o PSDB.
Além de entregar aos investigadores da Lava Jato dados relativos às contas usadas na Suíça indicadas por Ronaldo Cezar Coelho -como o código "swift", usado em transferências para o exterior-, o delator apresentou e-mails internos da Odebrecht que tratam dos pagamentos e deu detalhes de encontros os supostos prepostos de Serra que poderão ser confirmados.
Pelos relatos, os encontros com Fortes foram em 2009, no gabinete dele, quando ele presidia a Emplasa (Empresa Paulista de Planejamento Metropolitano S.A.). Já com Cezar Coelho foram duas vezes no escritório do empresário em Ipanema, no Rio.
"Ele [Fortes] tinha alguns prepostos que ele me dizia, me dava o interesse de um hotel e o nome da pessoa, eu passava a senha para ele", disse CAP sobre pagamentos.
Sobre as contas supostamente indicadas por Cezar Coelho, o delator disse: "Nos dados de corroboração nós estamos indicando o banco, o 'swift', para não ter dúvida."

MAIS SUSPEITAS
O caso dos repasses de R$ 23 milhões, relativos à obra na rodovia Carvalho Pinto, é uma das suspeitas que envolvem o senador tucano.
Em outro caso, ele foi delatado por supostamente ter recebido 2 milhões de euros no exterior para sua eleição ao governo de São Paulo em 2006. Nesse episódio, outro empresário teria indicado contas na Suíça, José Amaro Pinto Ramos, ligado ao PSDB.
OUTRO LADO
Após o Supremo Tribunal Federal tornar públicas as delações, na terça (11), o senador José Serra negou ter cometido irregularidades.
"O senador reitera que não cometeu nenhuma irregularidade e que suas campanhas foram conduzidas pelo partido, na forma da lei. A abertura do inquérito pelo Supremo Tribunal Federal servirá como oportunidade de demonstrar essas afirmações e a lisura de sua conduta", afirmou, em nota.
Cezar Coelho disse em outubro passado, quando seu nome veio à tona, que não fez arrecadação para Serra, embora, como fundador do PSDB, tenha participado de todas as campanhas presidenciais do partido.
A reportagem não localizou Márcio Fortes. Com informações da Folhapress.

Governo detectou: Benefício assistencial para idosos é pago até a mortos

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O governo federal detectou quase 1,2 mil pessoas já falecidas que estavam recebendo o Benefício de Prestação Continuada (BPC), pago a idosos com mais de 65 anos e pessoas com deficiência de baixa renda. Pouco mais de 70 passaram a receber o auxílio depois de já terem morrido.

“Isso aí já entra para a esfera policial, vamos estudar caso a caso para ver o que aconteceu, ver se tem alguma coisa organizada por trás disso”, afirmou ao Estado o secretário executivo do Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário (MDSA), Alberto Beltrame.

domingo, 16 de abril de 2017

Irmãos casados sem saberem: Em clínica de fertilidade, marido e mulher descobrem que são gêmeos


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Um casal procurou uma clínica de fertilidade, na cidade de Jackson, no Mississippi, para saber mais sobre a concepção de uma criança, após várias tentativas fracassadas. Nesta consulta especialistas descobriram um fato chocante sobre o casal: eles eram irmãos gêmeos fraternos.

“Durante o processo de fertilização in vitro, colhemos uma amostra de DNA, tanto do sexo masculino como do feminino para obter um perfil das suas origens genéticas. É apenas uma coisa de rotina, e nós normalmente não verificamos se há alguma relação entre as duas amostras, mas neste caso, o assistente de laboratório envolvido ficou chocado com a semelhança de cada perfil”, disse o médico responsável pela clínica, ao Mississippi Herald.

Após a descoberta, o médico decidiu dar a notícia ao casal, que imediatamente achou engraçado. “Eles começaram a rir quando eu perguntei se eles sabiam que eram gêmeos. O marido disse que muita gente comentou sobre o fato deles terem a mesma data de aniversário, mas achava que era apenas um coincidência”, explica o médico.

Usando as informações colhidas durante o teste de DNA, os especialistas da clínica tiraram conclusões de como aconteceu o relacionamento romântico entre os irmãos. Os pais biológicos morreram em um acidente de carro, quando eles ainda eram pequenos e então eles não tinham nenhuma família que estivesse disposta a adotá-los. O casal seguiu diferentes rumos, sendo adotados por duas famílias distintas, que não sabiam da existência de um irmão gêmeo, por conta de um erro de arquivamento. A vida cheia de semelhanças foi o fator que reuniu os dois como casal, que achou que pudessem se completar, por dividir as mesmas experiências.

ROGERIO MARINHO DEFENDE "ESCOLA SEM PARTIDO" E CRITICA ONU: "AGE COMO FACÇÃO E PARTIDO SEM DOUTRINA UNICA"

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O deputado federal Rogério Marinho (PSDB-RN) saiu em defesa do projeto Escola Sem Partido após este ser alvo de críticas surpreendentes por parte da Organização das Nações Unidas (ONU). Segundo o órgão internacional, a proposta em tramitação na Câmara dos Deputados poderia representar uma censura a liberdade dentro de sala de aula.

Em vídeo postado nas redes sociais, Rogério diz que o ato da instituição foi uma “excrescência, uma intromissão indevida, de uma instituição que deveria ser plural, e não agir como uma facção, como partido, como doutrina única que deseja homogeneizar o mundo, dentro de uma visão de esquerda ultrapassada e que tem trazido tantos males ao nosso país e ao mundo como um todo”.

"Lava-Jato, um divisor de águas para o país", disse ministra do STF

Eliana Calmon

Para a ex-ministra do STF, Eliana Calmon, a Lava Jato foi um divisor de águas para o país, mas para que tudo seja passado a limpo de fato, precisa se estender para todos os poderes; “o judiciário ficou na sombra, é o único poder que se safou até agora”.

Capitalismo x Socialismo: O Beijo falso de Judas em Jesus Cristo

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AgencGM-7 * Caraubas/RN - "Dê com a mão direita e esconde-a para que a esquerda não as veja". Capitalismo x Socialismo, ambos são ambidestros, caminham de mãos dadas, se abraçam, se beijam e até comem e cospe no mesmo prato. O primeiro da esquerda permite que que os falsarios metam aos mãos no prato, entre taças de vinho, pão e peixes caros. Me reporto ao "Capitalismo x Socialismo: O Beijo e um abraço falso de Judas Capitalista em Jesus Cristo Socialista". 

"Querer o meu, não é roubar o teu". (Raul Seixas)

O Judas era um hábil tesoureiro capitalista, como esses que presenciamos no cenario da mídia nacional, nem queria dar da renda coletiva deles aos pobres, Jesus um Socialista nato por natureza, amava aos pobres e ensinavam que deviam doar aos que necessitam. Ele Judas era um dos doze, viviam entres os chefes e oficiais defendendo seu proprio interesse fazendo se danar os pobres trabalhadores.

O Beijo falso (Judas) representa a nossa classe capitalista de nossa politica, que estende a mão como convite para os socialista disfarçados de maltrapilhos, sentados na praça dando milhos aos pombos, se passando por inocentes, esses que praticam delitos em defesa dos sonhos dos que defendem uma democracia socialista.

O socialismo que defendo ele é puro e incorruptivel, sem subterfúgios, de esperanças. Não é este dos que enricaram defendendo-a falsamente. Quando na minha adolescencia escrevi nos quadro negros de escolas por onde passei, uma frase que fazia eu me tornar um verdadeiro socialista (Cristo) e que ainda sou com real convicção, aprendi não ficar calado quando os meus erram, os repudio: 

"Verei um dia as cinzas do capitalismo em decadencia, e as flores do socialismo sadio, indispensável a vida brotarem pelo seio do mundo" Este é o regime Socialista que defendo e sonho, não se importando com os que atacam esse modelo que tenho em mente, e as vejo nas paginas da biblia, quando o Grande Mestre e Senhor as divulgou e outros as divulgam. Um Socialismo puro e racional, que faz adormecer o "capitalismo amigo" de serventia entre eles como uma bola de neve, quanto melhores e atuantes, enriquecem e roubam se autodenominando inocentes. 

Se és cristão ou não, então lembre-se: 

"Jesus foi o primeiro socialista: Ele dividiu o pão e o vinho na ceia, distribuiu gratuitamente peixes e pães em troca de nada, nem de votos e nem barganha propineira e Judas foi o primeiro grande capitalista mesquinho do seu tempo:  vendeu Jesus por trinta moedas e não se arrependeu, teve apenas remorso e as jogou aos pés dos corruptos fariseus".

E o nosso momento de hoje? O juiz Moro que caiu na graça do povo e assim pensa perplexo:

"Como pode acontecer tudo isso por anos e anos e o eleitor sendo enganado? Um país tão rico, uns tão pobres, assassinaram a saude, a educação e a habitação e segurança, uma dúzia roubando e assaltando os cofres publicos sem nenhum arrependimento, só frios remorsos. Fico imaginando como o capitalismo e o socialismo, ambos ambidestro tramam acordados destruir uma nação e um povo! Ainda creio que a grande maioria do povo brasileiro está ao meu lado e contra os corruptos"

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ReporterGM-7 * Gilmar Marques

Explicado porque ex-deputado potiguar será investigado pela justiça do Piauí

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Explicado porque os ex-deputados Geddel Vieira Lima e Henrique Alves, ambos do PMDB, serão investigados pela Justiça Federal do Piauí.
Os dois, sem foro privilegiados, foram remetidos à Justiça piauiense pelo relator da lava-jato, ministro Edson Fachin.
 Com base na delação premiada dos ex-executivos Ariel Parente Costa, João Antônio Pacífico Ferreira, Cláudio Melo Filho e Paulo Falcão Corrêa Lima Filho, os dois teriam recebido suposto pagamento indevido de vantagens para a obra dos Tabuleiros Litorâneos, em Parnaíba, no ano de 2008.
 Geddel, que era ministro da Integração Nacional entre 2007 e 2010, teria recebido R$ 210 mil.
Já Henrique, que presidia a Câmara dos Deputados entre 2013 e 2015 e foi ministro do Turismo no ano passado, teria ganho R$ 112 mil.
Documentos que atestariam a troca de e-mails entre as empresas e os políticos são mencionados como provas.
O projeto de irrigação teve concorrência vencida pelo consórcio formado entre a Odebrecht e a construtora Queiroz Galvão.

Refrescante e gostoso! Suco de couve com limão

Suco de couve com limão
Foto: Reprodução
Ingredientes
Couve:
• 1 limão
• água
• Açúcar

Modo de Preparo
1.Bata a couve, com a quantidade de água que quiser
2. Depois côe o suco em uma jarra, espreme o limão, adoce e beba