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quinta-feira, 14 de abril de 2016

SE FABIO FARIA FEZ, HENRIQUE ALVES FARIA O MESMO. A NIVEL LOCAL EX-PREFEITO PRATICOU E VICE-PREFEITO ACOMPANHOU EXECUTIVA




AGENC GM * Caraubas/RN - É minha opinião. Não sou politico, mas entendo um pouco dessa politica rasteira e sei opinar, sem disponibilizar o meu coração à emoção, pondo a razão ao analisar em primeiro lugar. Infelizmente politica e a maioria dos politicos são assim. Finalmente, Fabio Farias traiu ou não? Está dentro das normalidades? Todo politico age assim? 

Vejam o que dizem alguns amigos em postagens no final da materia.

POST do vice-prefeito Ivanildo Fernandes:
"Em retribuição ao significativo apoio dado por Lula e o PT na eleição do seu Pai, Governador Robinson Faria, o Deputado Federal Fábio Faria, alia-se aos adversários no Estado e solta nota em apoio ao "Golpe". Sem comentários".

Carneiro Nascimento Tal prática já não me causa estranheza.....
Pois em todos os cenários da nossa politica ela é corriqueira e considerada "normal"...... Então....


Bem colocado comentários de Marquinhos Fernandes, mesmo sendo declarado anti-petista se torna realista reconhecendo e elogiando o vice-prefeito de nossa cidade que tem lutado por ela no governo atual. Se o Fabio Faria usou de má fé e não foi agradecido por seu pai sair vitorioso ao lado do PT/Fatima, ele segue orientação de um partido. Tem que ser no mínimo coerente. 

O nosso vice-prefeito Ivanildo Fernandes(PT), pessoa que admiro e respeito, tomou posição identica aqui nas eleições de 2014, quando ficou contra a aliança local PMDB/PT, preferindo a estadual, pois ele recebeu orientação da executiva nacional. Ele agiu corretamente, estava certo, pois preguei isso onde passei de sua decisão.

Estamos vivendo outro momento, outra conjuntura e cada um deve seguir orientação do seu partido. Estou errado? Ao contario será expulso, como o PT já ameaçou, idem o PMDB e outros. 

O Henrique Alves mesmo traído, chamado recentemente por Lula no Rio em um Show Cultural de “golpista”. Assim como Ivanildo, Fabio e o Henrique tinham aliança nacional, aqui em nossa cidade o Ivanildo preferiu a estadual, ele Henrique, faria o mesmo como fez Fabio Faria e o nosso vice outra vez, seguiria a decisão da esfera maior, diante da conjuntura.
Acusar por decisões maiores? Calma, todos politicos fariam isso! São ressentimentos, mágoas.. Mas diz um ditado que cabe em todo canto: “nada como um dia atrás do outro” e “quem faz aqui, paga aqui”. Refiro a Lula e o PT que pediram impeachment de todos governantes, e agora não é impeachment, "é golpe". Santa paciencia.

Não sou ca'olho ou cego, não escureço o que fez o governo PTista de Lula e Dilma por Caraubas, avançamos sim, não como disse o contrario o ex-prefeito Eugenio Alves em entrevista no radio ao radialista Gilson Souza que o governo municipal não fez nada ("Cegou de vez, papai!" Refiro-me a Jeová Alves, conhecido por Boneco quando muito jovem, em um jogo que seu pai era o arbitro, e não apitou uma penalidade e ele soltou "Valha meu Deus, papai cegou!"), devemos um pouco a esse governo que perdeu, sem sombra de duvida, o rumo na economia nas pedaladas, se não fosse não ocorreria tal rebelião de deputados, senadores e o povo. 

Não esqueçam: nada é eterno, e o PT pensa que não pode deixar de governar ou ceder o lugar para outros, porque são os melhores. Nada disso. 

Assim, concluo dizendo outra vez:  "Todo governo tem seu fim, nada é eterno a não ser materia de fé, salvação". 

"A politica e os politicos maus passam, a palavra de Deus não, a amizade e os amigos devem continuar". "Que briguem as ideia de nossas pensantes mentes, erradas ou não, mas não nossos corpos fisicos se agredirem..." Abraços. 

Pelo menos, essa é a minha Opinião. 

ReporterGM-7 * Gilmar Marques – CARAUBAS/RN

VEJA OPINIÕES COMENTADAS NO FACEBOOK>

Joao Honorato Alves da Silva Mais ele terá o que merece nas procimas eleições... Ptista não perdoa

Marquinhos Fernandes
Marquinhos Fernandes IVANILDO FERNANDES (único político do PT que tem minha admiração) infelizmente a política na maioria das vezes existe a famosa traição... Lula deixou de apoiar Henrique(mesmo sem merecer mas na minha opinião deveria ser o candidato apoiado pelo pt aqui...Ver mais
Gilmar Marques
Gilmar Marques POLITICA E A MAIORIA DE POLITICOS SÃO ASSIM. BEM COLOCADO Marquinhos Fernandes. DIZ UM DITADO QUE CABE EM TODO CANTO: NADA COMO UM DIA ATRÁS DO OUTRO E QUEM FAZ AQUI, PAGA AQUI. NÃO ESCUREÇO O QUE FEZ O PT POR CARAUBAS, MAS TODO GOVERNO TEM SEU FIM, NADA É ETERNO A NÃO SER MATERIA DE FÉ, SALVAÇÃO. ABRAÇOS.
Viviane Jácome
Viviane Jácome Depois dessa acho difícil se reeleger.
Carneiro Nascimento
Carneiro Nascimento Tal prática já não me causa estranheza.....
Pois em todos os cenários da nossa politica ela é corriqueira e considerada "normal"...... Então....
Carneiro Nascimento
Carneiro Nascimento Contudo eu entendo as colocações do Ivanildo Fernandes Fernandes.....
Leonardo Miranda
Leonardo Miranda ESTA DENTRO DA NORMALIDADE DOS POLÍTICOS BRASILEIROS. POR ISSO E OUTRAS QUE NÃO ACREDITO QUE POLITICO VENHA DA JEITO NO BRASIL.


ReporterGM-7 * Gilmar Marques – CARAUBAS/RN

"SE CUNHA É MALVADO, É MEU MALVADO FAVORITO, POIS COLOCOU PARA ANDAR O IMPEACHMENT", DIZ MARCO FELICIANO


Deputado diz que 'seu sonho primário' é ver PT perder o governo.  
© Foto: Zeca Ribeiro/
Câmara dos Deputados Deputado diz que 'seu sonho primário' é ver PT perder o governo. 
 
"Você vai falar com o pastor agora." Quando o assessor passa o telefone ao deputado Marco Feliciano (PSC-SP), avisa que, além do político, está ali a liderança religiosa. E ela é parte importante das opiniões de Feliciano, membro da comissão de impeachment para quem Deus e as igrejas tiveram um papel na crítica ao governo.
"As igrejas começaram a se mover. Elas eram apolíticas, né? Até que começaram a perceber que a política podia (se) movimentar atrapalhando a fé delas."
Figura polêmica por suas posições contrárias ao casamento homossexual e ao aborto, o deputado votou na segunda-feira pela aprovação do parecer do relator Jovair Arantes (PTB-GO), favorável à abertura do processo de afastamento da presidente Dilma Rousseff.
Em entrevista à BBC Brasil, ele diz que "seu sonho primário" é ver o PT perder o governo e chama o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, de "meu malvado favorito", elogiando-o por ter aceitado o pedido de impeachment.
"O Cunha, todo mundo chama de malvado, né? Se ele é malvado, para mim é meu malvado favorito. Porque ele colocou o impeachment para andar."
O deputado também defendeu as várias menções religiosas durante a última reunião da comissão, que começou com seu presidente, o deputado Rogério Rosso (PSD-DF), entoando a oração de São Francisco de Assis. Para Feliciano, isso não feriria o princípio do Estado laico.
"Graças a Deus por o Estado ser laico. O Parlamento não começa a sessão sem o presidente ficar de pé e dizer: 'sob a proteção de Deus e em nome do povo brasileiro'."
Leia abaixo os principais trechos da entrevista.
BBC Brasil - Como você avalia a aprovação do parecer de Jovair Arantes na comissão do impeachment?
Marco Feliciano - Foi uma surpresa. Nós temos um grupo que trabalha de manhã, de noite, de madrugada, em prol do impeachment. E acreditávamos que teríamos entre... 

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SEM ENTREGAR MINISTERIOS, PTB ENCAMINHARÁ VOTO A FAVOR DO IMPEACHMENT



A bancada do PTB na Câmara decidiu hoje (13) que encaminhará domingo (17) o voto favorável à admissibilidade do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Integrante da base aliada do governo e com o comando do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, o partido tem 19 deputados em exercício, sendo que 15 já se manifestaram favoráveis ao afastamento da presidenta da República.

“De forma unida, o PTB chegou a um entendimento de que o Brasil vive a pior crise da política e econômica dos últimos tempos. Percebeu que o Brasil não tem como mais se reerguer caso esse atual governo permaneça”, disse o líder em exercício da legenda, deputado Wilson Filho (PB).

CADA DIA NO SEU DIA: PT INFERNIZOU A VIDA DE PRESIDENTES PEDINDO IMPEACHMENT. VEJA SÓ O QUE VAI ACONTECER


"Não Farei como fez Collor em 1992, não renuncio"
AGENC GM * Carauba/RN - Diz um ditado: "Quem faz aqui, paga aqui", diziam os mais velhos. Acuada, a presidente Dilma propõe pacto nacional até com a oposição numa tentativa  de continuar no cargo a todo custo, imitando audios de Temer, e diz que já mais renuncia como fez Collor.

Nada como um dia atrás do outro...
Dilma perde por mais de 153 votos na Câmara, e no Senado mais de 10.
"Tanto que o PT tentou tirar por impeachment outro presidentes, e até conseguiu derrubar Collor... agora não renuncia e vai ser derrotada por maioria.


 Quem te viu e quem te vê, óh Lula óh PT.

Todos sabem, até as galinhas e as cafezeiras, que o PT foi contra os governos passados, lutando pra chegar lá um dia em tentativas de derrubar esses com o impeachment. 

Pediu impeachment de Sarney, de Color, de Itamar de FHC, e agora "é golpe"

Chegando ao poder, trabalhou, mostrou avanços mas se perdeu na fome do ter e querer, fazendo parte da maior rede de corrupção da America Latina.
lulaI



AGENC GM * Caraubas/RN - Em entrevista coletiva nesta quarta-feira (13) no Salão Verde, o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, comentou a ideia anunciada pela presidente Dilma Rousseff de fazer um “amplo pacto nacional”, inclusive com a oposição, caso o pedido de impeachment seja rejeitado pela Câmara no domingo(17).
“É contraditório falar em pacto e agredir. Dificilmente alguém que agride tem condições políticas de fazer pacto. Pacto pressupõe que você precisa ter condição política de debater com as pessoas”, disse Cunha. “Quando se vai para agressão, como se parece que vai, não se consegue fazer pacto. Dizer que é golpe e no outro dia querer sentar com os golpistas? É difícil essa retórica”, acrescentou.
 
RepórterGM-7 * Gilmar Marques - CARAUBAS/RN


CUNHA NÃO VÊ CONDIÇÕES POLITICAS PARA PACTO PROPOSTO POR DILMA


cunha

Em entrevista coletiva nesta quarta-feira (13) no Salão Verde, o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, comentou a ideia anunciada pela presidente Dilma Rousseff de fazer um “amplo pacto nacional”, inclusive com a oposição, caso o pedido de impeachment seja rejeitado pela Câmara no domingo(17).

“É contraditório falar em pacto e agredir. Dificilmente alguém que agride tem condições políticas de fazer pacto. Pacto pressupõe que você precisa ter condição política de debater com as pessoas”, disse Cunha. “Quando se vai para agressão, como se parece que vai, não se consegue fazer pacto. Dizer que é golpe e no outro dia querer sentar com os golpistas? É difícil essa retórica”, acrescentou.

DEPUTADO VAI AO STF PARA MUDAR VOTAÇÃO DO IMPEACHMENT



O deputado federal Weverton Rocha (PDT-MA) recorreu hoje(13) ao Supremo Tribunal Federal para tentar reverter decisão do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, que definiu a sequência de votação do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff, previsto para o próximo domingo (17).

Após reunião de líderes, Cunha decidiu ontem que votação começará pelas bancadas do Sul do país, de acordo com a ordem alfabética dos deputados, e terminará com os parlamentares do Norte e do Nordeste.

No recurso, Weverton Rocha pretende garantir que a votação seja de forma alternada entre as bancadas dos estados do Norte e do Sul do país. Antes de recorrer ao plenário, o ministro Edson Fachin rejeitou o mesmo pedido, na segunda-feira(11).

DILMA E LULA DISCUTEM CENARIO E VOTAÇÃO DO IMPEACHMENT APÓS SAIDA DO PP

O Palácio do Planalto ainda não tem uma interpretação sólida sobre a movimentação do PP. © Foto: Nacho Doce/Reuters 
O Palácio do Planalto ainda não tem uma interpretação sólida sobre a movimentação do PP. 
 
Agência Brasil  - A presidenta Dilma Rousseff reuniu-se na noite de terça-feira (12) com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o núcleo duro do governo para avaliar o cenário político após o PP, partido até hoje da base aliada, declarar voto favorável ao processo de impeachment por parte da maioria da bancada. O Palácio do Planalto ainda não tem uma interpretação sólida sobre a movimentação do PP, mas avalia que, na conta mais pessimista, perdeu apenas dez votos, e que portanto mais de 200 deputados ainda continuam contrários ao prosseguimento do impeachment.

Até terça(12), o governo previa que 213 parlamentares votariam contra o processo, segundo o ministro-chefe do Gabinete Pessoal da Presidência da República, Jaques Wagner. De acordo com o cenário mais otimista que possuía sobre o apoio do PP, o Planalto avalia que perdeu somente cinco votos. Após o anúncio do PP, os deputados Aguinaldo Ribeiro (PB) e Ricardo Barros (RR) se reuniram com o ministro da Secretaria de Governo, Ricardo Berzoini.

A posição dos progressistas não foi uma surpresa, mas também não vinha sendo amplamente anunciado aos articuladores políticos do governo. De acordo com o presidente da legenda, Ciro Nogueira, apesar de decidir pela entrega dos cargos que possui no governo, o partido não vai "perseguir" quem discordar da decisão da maioria de apoiar o impeachment.

Além de Dilma e Lula, participaram do encontro, no Palácio da Alvorada, Jaques Wagner e Berzoini. A notícia "boa" para o governo, segundo um assessor palaciano, ficou por conta do novo líder do PR, Aelton Freitas (MG), que, após assumir o cargo, disse que não há necessidade de "fechamento de questão" para que a legenda confirme ampla maioria contra o impeachment no próximo domingo (17). Por outro lado, a decisão do PRB de votar pelo afastamento de Dilma já era esperada pelo Planalto.

quarta-feira, 13 de abril de 2016

AS 7 CURTINHAS/ PIADINHAS: ANALISTA POLITICO CARAUBENSE DIZ QUE: "Gilson Souza não concedeu espaço a realista renomado" E A PIADA DA NOITE


AGENC GM-7 * 
Segundo o apresentador Gilson Souza "não deixou" o radialista Lopes Vieira falar no radio, por ele ter dedurado-o a pré sobre espaço dado ao pré Jr. Gurgel. É enjoado. Kkkkkk
AGENC GM-7 * 
Repórter, "bota a boca no mundo: "E o Estadio de Futebol, sai?". É duro, mas tem que se dizer e cobrar...
AGENC GM-7 * 
Nas redes sociais: "Foto de Carneiro e seu filho ao lado do pré Jr. Gurgel está dando o que falar". Eitah, Será?
AGENC GM-7 * 
"Se depender de Familiares, Novinho Praxedes fará aliança com Ferreiras/Gurgel". Será...
AGENC GM-7 *
Dia "D" é 17, domingo, 14h. Povão se organizando. 
AGENC GM-7
SUCESSÃO: Pelo que se comentam, Paulo Brasil pode vir a ser candidato. Eitah.

AS 7 CURTINHAS DO REPÓRTER GM-7... 
  AGENC GM-7
AGENC GM-7 *
Blogueiro foi visto nos corredores do Palácio Jonas Gurgel e detonou: "Estão perto de embora". Eitah
AGENC GM-7 * 
´PRB deixa base de Dilma. Michel articula o "golpe". Kkkkkk. 
AGENC GM-7 *
"Radialista "cutuca" em emissora colega. Hum, sei não.
AGENC GM-7 * 
O que é o que é: "Táh só dormindo?". Kkkkk
AGENC GM-7 * 
Ele é estrategista. Vice Ivanildo está armando bote. kkkkk 
AGENC GM-7 *
Karol Guregel começa a se destacar no governo. Uráaaa.
AGENC GM-7
SUCESSÃO: "Junior Gurgel vai conversar com Salomão Gurgel" Eitah 
Amanhã tem mais...

O que é o que é: "A, A, A Metralhadora vem já?". Kkkkk

PIADA DA NOITE...

APROVADO LIMITE A PUNIÇÃO DE MUNICIPIOS QUE TIVERAM QUEDA DE RECEITA


O Senado concluiu, nesta terça-feira(12), a votação do projeto de lei que busca evitar a punição de prefeitos com base na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) em casos de diminuição de recursos por razões externas. O texto principal (PLS 316/2015 — complementar) havia sido votado na semana passada, mas os senadores ainda precisavam votar seis emendas que modificavam o projeto. O texto segue agora para a Câmara dos Deputados.
O projeto, do senador Otto Alencar (PSD-BA), é parte da Agenda Brasil, uma série de proposições reunidas pelo presidente do Senado, Renan Calheiros, para impulsionar o desenvolvimento nacional. As modificações de Plenário foram todas sugeridas pelo relator, senador Blairo Maggi (PR-MT).
O projeto veda a aplicação de sanções ao município que ultrapassar o limite para a despesa total com pessoal em dois casos. O primeiro é quando isso ocorrer por conta da diminuição do valor das transferências do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) decorrente de isenção tributária praticada pela União. O segundo caso é quando houver redução das receitas recebidas de royalties e participação especial.

PT ADMITE "MARÉ RUIM" JÁ COGITA AÇÕES PÓS IMPEACHMENT

Um dia após a derrota na comissão do impeachment e com a possibilidade de desembarque do governo de partidos da base aliada, como PP e PR, parlamentares do PT admitem que o xadrez está ainda mais desfavorável nesta terça-feira(12). 
Alguns petistas creditam a “maré ruim” ao entorno do vice-presidente Michel Temer (PMDB-RJ), sobretudo aos ex-ministros Moreira Franco e Eliseu Padilha, responsáveis, segundo eles, por virar votos importantes, caso de deputados do PP e PR que resistiam ao lado do governo.
— As conversas do Temer é que nos complicaram, principalmente com o Maurício Quintella (PR), que chutou o pau da barraca, e com o Ciro Nogueira (PP). 
O áudio que o Temer vazou, inclusive, pega mal para fora do Congresso, mas aqui foi muito bom para eles — admite um dirigente petista.

PROJEÇÕES ATUALIZADAS PARA A VOTAÇÃO DO IMPEACHMENT: RESULTADO SERÁ APERTADO


Na segunda-feira (11) postamos no blog os resultados de uma estimativa das chances dos parlamentares indecisos votarem a favor e contra o impeachment feita pelos pesquisadores Guilherme Stein (FEE/RS), Marcelo Griebeler (UFRGS) e Eduardo Zylberstajn (Fipe e EESP/FGV). 

Nesse texto, detalharemos a metodologia, incluindo uma melhoria que fizemos no modelo probabilístico antes de recalcular as probabilidades em função dos novos parlamentares que reportaram seus votos para o Placar do Impeachment do Estadão. 

A base de dados utilizada registrava 299 votos favoráveis ao impeachment e 123 contrários, sendo que os demais ou são indecisos ou não responderam. A partir do novo modelo e dos dados atualizados, o valor esperado para os votos favoráveis ao impeachment é de 356. Com 10.000 simulações de combinações possíveis respeitando essas probabilidades, encontramos um intervalo de resultados entre 342 e 369 votos favoráveis ao impedimento. 

Ou seja, além dos 299 deputados que já se declararam favoráveis, estimamos que, em média, outros 57 deputados dos 91 indecisos ou não declarantes votem favoravelmente ao impeachment. Isso representa um percentual de 62,3% de votos favoráveis em relação ao total de indecisos ou não declarantes. 

Lista das probabilidades para cada deputado indeciso/que não se manifestou: disponível em PDF aqui.

IMPEACHMENT VOTADO DOMINGO(17) DE ABRIL, ÀS 14h



AGENC GM * Caraubas/RN - "Se aprovado o impeachment em primeira Instancia - na Câmara, o povo sairá as ruas ainda na certeza de vitoria no segundo turno, a 2ª Instancia - o Senado" - (ReporterGM-7 * Gilmar Marques)

Foi noticiado por cunha que a votação do impeachment no Plenario pelos 513 deputados seria neste dia 14/04, data que  comemora-se o Dia internacional do Café, ele adiou veiculando outra noticia que seria dia  21 de abril, feriado nacional, Dia de Tiradentes, outra vez mudou a data juntamente com os lideres de cada partido.


Agora tudo certo, a data já determinada pelo presidente da Câmara deputado Eduardo Cunha(PMDB/RJ), que correu contra o tempo pelo impeachment, diz que votação será domingo dia 17/04, às 14h, portanto tres dias depois feriado nacional, Dia do Café e quatro dias antes do feriado de Tiradentes.

"O impeachment será votado mesmo dia 17/04, domingo, às 14h na Câmara e o povo está convidado a participar de sua casa", disse Cunha.


Se tudo der certo, processo de Dilma Rousseff irá para senado, onde Renan já confidenciou que não será facil barra por maioria. A Casa tem 81 senadores e maioria já admite casar a presidente. Temer "com golpe ou não" se prepara para assumir o país debaixo de uma crise, enquanto não tambem não for cassado, pois será instaurado impeachment contra ele. Será que o Eduardo Cunha será presidente?





(ReporterGM-7 * Gilmar Marques)

SE NÃO FOR ESTRATEGIA! GOVERNO AVALIA QUE CONTAGEM DE VOTOS PELO IMPEACHMENT NÃO ESTÁ FAVORÁVEL


Dilma: A presidente Dilma Rousseff  
© Fornecido por Estadão A presidente Dilma Rousseff

BRASÍLIA - Na guerra pelos votos para tentar barrar o impeachment da presidente Dilma Rousseff, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva desembarcou em Brasília nesta terça-feira, 12, e almoçou com os ministros Jaques Wagner, do Gabinete Pessoal da Presidência, e Ricardo Berzoini, da Secretaria de Governo. A contagem de votos não está favorável ao governo, apesar do discurso oficial ser de que há garantia de que possuem pelo menos os 172 votos para impedir o afastamento da presidente. “A situação está mais complicada”, comentou um fonte no Planalto, ao reconhecer que “o clima é contra nós”.
O clima está sendo considerado negativo principalmente porque, apesar do enorme esforço e mobilização para convencer os deputados, nem mesmo o ex-presidente Lula está conseguindo reverter os votos perdidos e nem convencer os indecisos. Embora o discurso entre os mais realistas seja de que o governo não tem os 172 votos, os ministros governistas destacam que também, para a oposição, a situação não está resolvida porque eles não têm os 342 votos que precisam para garantir o impeachment. A avaliação é que, atualmente, há incerteza sobre se o afastamento de Dilma se concretizará.
Os 44 indecisos, contabilizados até às 21h45 pelo Placar do Impeachment do Estado, estão na mira do governo. Mas o Planalto diz que destes 44 que aparecem como indecisos ou mesmo dos outros 42 que não responderam à pesquisa, vários apoiam a presidente, mas preferem não declarar seu voto para não se expor. O fato é que há um grupo entre 50 a 60 parlamentares que atende os apelos para conversar e negociar tanto do governo, quanto com a oposição e é sabido que este número poderá desequilibrar o jogo e levar a balança para um lado ou outro. 


Mesmo no mar de notícias ruins, como a do PP, que anunciou voto pelo impeachment e desembarque do governo, o Planalto sinaliza que teve notícias boas ao longo do dia. Assessores da presidente destacam, no entanto, que ainda há deputados do partido fiéis ao Planalto e asseguram que estes - que não se sabe exatamente quantos são, mas que se estima que serão pelo menos 14 dos 49 - serão recompensados. “Esta minoria será prestigiada”, garante um assessor palaciano. A boa notícia, segundo um dos interlocutores do governo, é que o PMDB liberou sua bancada. Os três ministros do partido anunciaram também que retornarão à Câmara para que não haja dúvidas em relação a estes votos.
Na noite desta terça-feira, mais reuniões aconteceram no Palácio da Alvorada para que se continue a fazer as contas do impeachment. O governo acredita que a postura do vice-presidente Michel Temer, que divulgou uma gravação do que seria o seu discurso após a aprovação do impeachment no plenário, serviu de reforço para o Planalto. “Tivemos um reforço no discurso para os parlamentares. Ficou claro que há mesmo um golpe em curso e que o importante é impedir o golpe se concretize, com o afastamento da presidente eleita com 54 milhões de votos”, comentou outra fonte. O governo já tem até discurso pronto, para o caso de alegarem que 172 ou 180 votos não garantem sustentação política ao Planalto. “Agora, não precisa mostrar que tem pouco ou muito voto. O importante é impedir o golpe. Depois, se reconstrói a base parlamentar”, observou.
Em meio a esta confusão, uma juíza de Brasília decidiu pelo afastamento do ministro da Justiça, Eugênio Aragão. Este assunto, embora tenha sido tratado pela presidente Dilma com o ministro da Advocacia Geral da União, José Eduardo Cardozo, está sendo considerado “café pequeno” no meio do imbróglio da disputa pelo impeachment.
De acordo com as projeções do governo, com base no placar da Comissão Especial que aprovou o relatório defendendo o impeachment, o governo poderá chegar a 213 votos. As contas mais reais, contudo, não chegam a 180, o que significa uma arriscada e estreita margem de segurança em uma votação tão importante. O voto aberto, em microfone, no plenário da Câmara, trabalha contra a presidente Dilma.

SÃO PAULO TERÁ ATOS PRÓ E CONTRA O IMPEACHMENT DOMINGO(17)



Manifestações pró e contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff estão sendo organizadas para o próximo domingo, quando o plenário da Câmara irá decidir sobre o processo.

Em São Paulo, o ato a favor do afastamento será na Avenida Paulista. O movimento Vem Pra Rua marcou a concentração para as 14h na esquina com a Rua Pamplona, onde estará o carro de som com dois telões para a transmissão da votação no Congresso. No evento oficial no Facebook, o ato conta com 74 mil adesões até a tarde de hoje. O Movimento Brasil Livre também está chamando para o ato no Paulista, com caminhão e telões próprios.

Os atos pró-governo, organizados pelos grupos Frente Brasil Popular e Povo sem Medo, que inclui a Central Única dos Trabalhadores (CUT), União Nacional de Estudantes (UNE) e União Brasileira de Mulheres (UBM), devem acontecer no Vale do Anhangabaú, a partir das 10h, de acordo com os organizadores.



CÂMARA RECORRE AO STF CONTRA A ABERTURA DE IMPEACHMENT DE TEMER


A Mesa da Câmara dos Deputados entrou nesta terça(12) com novo recurso no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a decisão do ministro Marco Aurélio que determinou abertura de processo de impeachment do vice-presidente, Michel Temer.  

A relatora é a ministra Rosa Weber.

No recurso, a Câmara sustenta novamente que Temer não pode responder por crime de responsabilidade, porque sempre assumiu a Presidência da República eventualmente, na ausência da presidenta Dilma Rousseff. 

Na semana passada, a Câmara apresentou primeiro recurso contra decisão do ministro.

Os advogados da Câmara também argumentam que o vice-presidente não pode ser responsabilizado pelos decretos que assinou sobre abertura de créditos suplementares. Segundo eles, Temer apenas deu continuidade às “iniciativas da presidente”.