O presidente Michel Temer disse nesta quinta(1°), em evento na capital
paulista, que a proposta de emenda constitucional que propõe o teto de
gastos das contas públicas federais (PEC 55/2016) não é suficiente para
gerar a credibilidade nem reduzir a recessão.
Segundo Temer, “é preciso
caminhar mais”. Ele informou que a reforma da Previdência será enviada
ao Congresso Nacional já na próxima semana. O depoimento foi dado
durante o Brazil Opportunities Conference, evento do banco J. P. Morgan.
Em
um dia conturbado no mercado financeiro, a moeda norte-americana
aproximou-se de R$ 3,50 e a Bolsa de Valores teve a maior queda diária
em dez meses. O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (1º) vendido a
R$ 3,468, com alta de R$ 0,081 (2,4%). A cotação fechou no maior nível
desde 16 de junho (R$ 3,47).
O índice Ibovespa, da Bolsa de Valores de São Paulo, caiu 3,88%,
fechando em 59.507 pontos. No menor nível desde o fim de setembro, o
indicador teve a maior queda diária desde 2 de fevereiro, quando tinha
despencado 4,87%.O dólar operou em alta durante toda a sessão, mas a
cotação disparou durante a tarde.
Os acordos de delação
premiada da empreiteira Odebrecht começaram a ser assinados na tarde
desta quinta-feira (1º). Emilio Odebrecht, filho do fundador da empresa,
já assinou. No total, 77 executivos e ex-executivos fecharão acordos
com o Ministério Público Federal no âmbito da Operação Lava Jato. Cada
um assinará um termo.
A previsão é que a etapa de assinaturas
termine só nesta sexta, considerando o alto número de delatores. O
ex-presidente da empresa Marcelo Odebrecht deve assinar o termo em
Curitiba, onde está preso desde 2015. Além disso, haverá um acordo de
leniência da empresa. Esse acordo ainda não foi assinado, mas os
entraves que impediram isso na semana passada foram superados.
Esse tipo de acordo é uma espécie de
delação premiada de empresas, por meio do qual elas confessam
participação em um crime e apresentam elementos que ajudem as
investigações, em troca de redução da punições. A delação da Odebrecht é
tida, no meio político, como a de maior potencial para provocar impacto
nas investigações, isso porque os executivos citaram mais de 200 nomes
de políticos de diversos partidos.
Acesse a página do G1 sobre a Operação Lava Jato
O G1 apurou que a Odebrecht vai anunciar
oficialmente que errou e que reconhece que participou de práticas
impróprias em sua atividade empresarial. A Odebrecht assumirá que houve
um grande erro e dirá que não admitirá que se repita. Dirá ainda que
aprendeu várias lições com esses erros e que está comprometida a virar
essa página.
A posição oficial da empresa será a de
que tem um compromisso já em vigor, que inclui entre vários itens:
combater e não tolerar a corrupção, em todas as formas, inclusive
extorsão e suborno. E dizer “não” a oportunidades de negócio que
conflitem com esse compromisso.
A cidade de Chapecó vive a expectativa da chegada dos corpos das
vítimas do acidente que matou a delegação da Chapecoense e jornalistas
que viajavam a Medellín para a final da Copa Sulamericana. A prefeitura
da cidade catarinense já havia confirmado que o velório de 51 das 71
vítimas será realizado de forma coletiva no estádio do clube alviverde, a
Arena Condá.
A previsão é de que a cerimônia ocorra amanhã (2) por volta do
meio-dia. No entanto, a confirmação da data e do horário ainda depende
da liberação dos corpos pelo Instituto Médico-Legal da Colômbia. A
estimativa é de que o transporte das vítimas ocorra no máximo até amanhã
de manhã, mas atrasos não estão descartados. Por isso, é possível que o
velório coletivo seja realizado apenas no sábado (3).
A Arena Condá já está recebendo as adequações necessárias para que a
cerimônia seja possível. No gramado do estádio, estão sendo instalados
toldos para proteger os caixões e para permitir um maior conforto às
famílias e amigos das vítimas que estarão no velório. A torcida do time e
a população de Chapecó terão acesso às arquibancadas para também
prestar a sua homenagem e se despedir dos atletas, dirigentes e da
comissão técnica.
Agência Brasil -O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, criticou hoje
(30) as mudanças feitas pelos deputados federais no texto original do
Projeto de Lei (PL) 4.850/16, que trata das Dez Medidas de Combate à
Corrupção, projeto popular incentivado pelo Ministério Público Federal
(MPF). Segundo Janot, as alterações colocaram o país “em marcha a ré no
combate à corrupção”. De acordo com o procurador, “as 10 Medidas contra
a Corrupção não existem mais”.
A proposta foi aprovada durante a
madrugada pelos deputados no plenário da Câmara, com emendas ao
relatório de Onyx Lorenxoni e diversas alterações às medidas propostas
inicialmente pelo Ministério Público.
Em nota à imprensa, Janot
afirmou que o Ministério Público brasileiro não apoia as alterações no
projeto de lei. “As 10 Medidas contra a corrupção não existem mais. O
Ministério Público brasileiro não apoia o texto que restou, uma pálida
sombra das propostas que nos aproximariam de boas práticas mundiais. O
Ministério Público seguirá sua trajetória de serviço ao povo brasileiro,
na perspectiva de luta contra o desvio de dinheiro público e o roubo
das esperanças de um país melhor para todos nós”, disse.
Na
manifestação, Janot afirmou ainda que as alterações são “medidas
claramente retaliatórias” e pediu apoio da sociedade para que o projeto
não seja concretizado no Senado, para onde segue para votação posterior.
“Um
sumário honesto da votação das 10 Medidas, na Câmara dos Deputados,
deverá registrar que o que havia de melhor no projeto foi excluído e
medidas claramente retaliatórias foram incluídas. Cabe esclarecer que a
emenda aprovada, na verdade, objetiva intimidar e enfraquecer Ministério
Público e Judiciário”.
Cármen Lúcia
Mais
cedo, a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen
Lúcia, divulgou uma nota em que também lamentou a aprovação, pela
Câmara dos Deputados, do crime de abuso de autoridade para juízes e
procuradores.
O
Governo do Estado está oferecendo descontos de até 100% nas multas para
quem quiser regularizar débitos tributários por meio do Refis,
instituído pela Lei nº 10.112/2016. O pagamento ou parcelamento de
débitos de ICMS, inscritos em dívida ativa até 31 de dezembro de 2015, e
de IPVA e ITCD, inscritos ou não em dívida ativa, pode ser feito com
descontos nas multas e respectivos juros até o dia 5 de janeiro de 2017.
Os débitos de ICMS inscritos podem ser pagos à vista com desconto de
até 100% nas multas e respectivos juros. Para micro e pequenas empresas,
podem ser parcelados em até 72 vezes. No Refis, os débitos de IPVA
podem ser parcelados em até 12 vezes, permitindo a emissão do CRLV do
veículo após o pagamento de eventuais multas e taxas devidas ao Detran.
Os débitos de ITCD que ordinariamente não são parcelados, também poderão
ser pagos em até 12 vezes.
No caso de débitos tributários anteriores a 2012, já inscritos na
dívida ativa, uma grande novidade é a possibilidade de remissão de 85%
do total do valor para pagamento à vista. A adesão ao Refis traz
vantagens para as empresas, já que regularizando a situação fiscal, é
possível realizar operações de créditos e investir na ampliação de suas
atividades. Com o programa o Governo do Estado pretende recuperar ainda
este ano R$ 90 milhões.
A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de descriminalizar o
aborto no primeiro trimestre da gravidez foi assunto do pronunciamento
do deputado estadual Jacó Jácome (PSD), durante sessão plenária na
Assembleia Legislativa, nesta quarta-feira (30). Para o parlamentar, a
decisão é absurda.
“Quero registrar o meu repúdio diante da decisão do Supremo que
seguindo o voto do ministro Luís Roberto Barroso, entendeu que são
inconstitucionais os artigos do Código Penal que criminalizam o aborto.
Fiquei estarrecido quando li a decisão”, disse Jacó Jácome.
O parlamentar ressaltou que a decisão do ministro vincula o Brasil
inteiro e não passou pelo Congresso.
“Três ministros decidiram contra um
país inteiro. O assunto agora repousa nas mãos da Frente Parlamentar
Evangélica, da Câmara dos Deputados, que vai rever a decisão tomada pelo
Supremo Tribunal Federal sobre aborto”.
O site Spotniks
levantou uma lista de sete mentiras utilizadas por blogs petistas sobre
o juiz Sérgio Moro. O artigo de Felippe Hermes afirma que "partidarizar
e politizar a Lava Jato para desacreditá-la é a grande estratégia da
vez".
Leia abaixo o texto do Spotniks:
A força dos
fatos que levaram à condenação do empresário Marcelo Odebrecht a 19 anos
e 4 meses de prisão, serviu para acender uma esperança em inúmeros
brasileiros: afinal, se nem mesmo o presidente do segundo maior
conglomerado empresarial do país está acima das leis, é sinal de que a
justiça ainda cumpre o seu dever, não é mesmo? A condenação, porém,
levanta uma dúvida: o que farão os políticos ao perceberem a
inevitabilidade de responder à justiça por seus atos? No que depender do
que foi mostrado até aqui, a resposta é uma só: irão tratar de desviar o
foco da justiça e dos tribunais para a política – uma terra na qual o
jogo sujo e os conchavos são a lei, Lula é uma grande figura, e Sérgio
Moro um completo ninguém.
Partidarizar e
politizar a Lava Jato para desacreditá-la é a grande estratégia da vez.
Nada que intimide Moro. O juiz federal sabe, por experiências passadas,
que conduzir sem a vigília constante da mídia e da opinião pública uma
operação que tem entre os citados a atual presidente da República e os
demais quatro ex-presidentes vivos, levanta suspeita sobre membros da
Suprema Corte, investiga os presidentes da Câmara e do Senado, tem quase
300 políticos e autoridades já citados e é responsável por desarticular
operações de cartel nas nove maiores empreiteiras do país, é o cenário
perfeito para que, como tudo na política, os julgamentos terminem em
acordos ou arquivamentos. No
equilíbrio complexo entre depender da opinião pública e seguir
estritamente as leis, inúmeros são os ataques que Moro vem sofrendo.
Desde que começou a investigar o caso e esbarrou no maior esquema de
corrupção da história do país, o juiz que já era conhecido por ter
ajudado a revelar nosso segundo maior caso de corrupção (o Banestado),
já teve sua vida vasculhada e virada de cabeça para baixo inúmeras
vezes. Ao longo da Lava Jato, dois veículos de imprensa foram
intimamente correlacionados a pessoa do ex-presidente Lula ou ao PT, e
outros muitos já aventados – mas o certo é que Moro não é alvo apenas da
imprensa governista. É também, e muito mais, das dezenas de blogs
apócrifos destinados apenas a isso: caluniar e difamar seu trabalho. Abaixo, selecionamos 7 dessas mentiras que você provavelmente já ouviu sobre ele.
1. SERGIO MORO É FILIADO AO PSDB. A
acusação de que Moro é militante ou filiado ao PSDB é provavelmente o
mais difundido dos boatos a respeito do juiz. Há muito que antagonizar
PT e PSDB tem sido uma estratégia para desvirtuar o debate por parte do
governo. O cenário é taxativo: quem não é petista, é tucano. E se você
aponta irregularidades de um lado, certamente tem rabo preso com o
outro, mesmo quando isso tudo não passa de fantasia. A
estratégia é bastante comum. Para cada crime do PT, cita-se um crime do
PSDB, como se corrupção fosse um jogo de soma zero e ambas se
anulassem. Se você critica Lula ou Dilma, automaticamente defende FHC ou
Aécio. O PSDB, dessa forma, se torna muito além de uma “oposição
conveniente” (como lembrou Delcídio em sua delação, dizendo que os
tucanos agiram para impedir o impeachment de Lula no auge do Mensalão),
mas a oposição “permitida”. O
boato sobre Moro, porém, não passa disso – um boato. Após a 24ª fase da
Lava Jato, que deflagrou a operação TriploX, colocando Lula em
evidência, começaram a surgir estórias de que o juiz seria filiado ao
PSDB do Paraná desde 1999. A prova seria um print do site do TSE
apontando a filiação de um tal “Sergio Roberto Moro”. O erro, porém, é
que o nome real do juiz é outro: Sérgio Fernando Moro.
2. A ESPOSA DE MORO É ADVOGADA DO PSDB Na
mesma onda de ligar o juiz ao suposto partido de oposição e mostrar que
a operação seria partidária, e portanto inválida, surgiram acusações de
que a esposa do juiz seria advogada de um escritório que trabalharia
para candidatos do PSDB. O
boato surgiu ao ligar Rosângela Moro como advogada do vice-governador
do Paraná, Flávio Arns, do PSDB. Fotos de Rosângela com o político
tucano comprovariam a ligação e, portanto, mostrariam em definitivo que o
juiz não era imparcial. Só
há um problema com as fotos: a época em que elas foram tiradas. De
fato, Rosângela Moro e Flávio Arns se conhecem. Flávio, sobrinho de
Zilda Arns, foi presidente da associação das APAES’s do Paraná, de onde
Rosângela é advogada. Na época, o político tucano ainda não possuía
qualquer relação com o governo estadual, tampouco atuava como político. A
estória, porém, não para por aí. Até 2009, Flávio Arns era ligado ao
PT. Seguindo o rastro deste boato, poderíamos afirmar que Rosângela foi
advogada do PT por um tempo, certo? Pois é. Também não faria o menor
sentido.
3. MORO RECEBE R$ 77 MIL DE SALÁRIO Que
o judiciário brasileiro é caro e ineficiente, restam poucas dúvidas.
Segundo um estudo publicado em O Globo, temos cerca de 1/5 do número de
juízes da Alemanha, mas nosso sistema judiciário custa aproximadamente
1,5% do nosso PIB, valor quase 10 vezes maior do que o gasto em países
como os Estados Unidos. Não é novidade, portanto, que juízes, promotores
e outros membros proeminentes do judiciário brasileiro ganhem bem. Com
esta ideia bem sedimentada na opinião pública, no entanto, criar um
boato não parece tão difícil. O limite salarial de um funcionário do
judiciário deve ser o salário de um ministro do Supremo Tribunal
Federal, equivalente a R$ 39,2 mil. É público e notório, porém, que
existem casos onde membros do judiciário recebem valores maiores que
estes, descumprindo a lei. O que não é o caso aqui. Para
criar o boato de que o juiz Sérgio Moro receberia R$ 77 mil,
descumprindo portanto a lei (o que o tornaria corrupto), os responsáveis
pegaram um mês atípico – onde o salário real do juiz, R$ 28,947,55,
segundo o site do TRF4 (o Tribunal Regional Federal da quarta região,
onde ele trabalha), soma-se a verbas indenizatórias de R$ 5,176,63, que o
juiz recebeu em função de ter pago do próprio bolso despesas do
Judiciário, além de R$ 43,229,38, em função do adiantamento de férias e
outros benefícios trabalhistas garantidos em lei. Goste-se ou não do
custo do Judiciário, a acusação de que o juiz receberia mensalmente este
valor é, como nos outros casos, categoricamente falsa.
4. SERGIO MORO ARQUIVOU A CORRUPÇÃO DO CASO DO BANESTADO Um
dos mais emblemáticos casos de corrupção na história do país, o do
Banestado, foi responsável por enviar ilegalmente US$ 24 bilhões para o
exterior por meio do banco público paranaense. Do total, cerca de US$ 17
milhões foram recuperados. Um número 27 vezes menor do recuperado até
aqui pela Lava Jato. Um
dos personagens envolvidos no caso, Alberto Yousseff, que você
certamente já ouviu falar pelo caso do Petrolão, fechou um acordo de
delação premiada com o Ministério Público estadual. Ao ver que o doleiro
incorreu no mesmo crime novamente, Sergio Moro suspendeu o acordo e
retomou o processo do Banestado contra Yousseff, condenando-o a 4 anos e
4 meses de prisão (Yousseff ainda não foi condenado na Lava Jato). Não é
verdade, portanto, que o doleiro tenha escapado por conta de Moro. Cerca
de 684 pessoas foram denunciadas pelo escândalo do Banestado, sendo 97
condenadas (até 2011). Da parte do juiz Sergio Moro, que na época
possuía 31 anos, foram 25 condenações, em apenas 12 meses. Seja por
lentidão da Justiça em julgar nas instâncias superiores ou por obra dos
advogados, muitas condenações caíram. Em 2013, o Superior Tribunal de
Justiça extinguiu a pena de 7 condenados. Outras penas foram extintas ou
casos arquivados em recursos no mesmo TRF4. O certo é que, dele, as
condenações ocorreram. E foram rápidas. Em
outra operação, a Farol da Colina, Moro decretou de uma única vez a
prisão de 123 pessoas, tirando de circulação 63 doleiros. O caso é
emblemático. Como Yousseff fez um acordo com a Procuradoria e o
Ministério Público do Paraná ao ser liberado no caso do Banestado, ele
era um dos poucos doleiros livres no país, motivo que o levou a ser
chamado para atuar no Petrolão. Ainda
sobre o caso, argumenta-se que nenhum político foi condenado na
ocasião. Ocorre, porém, que como juiz de primeira instância, não cabe a
Moro julgar, e sequer investigar, políticos, que possuem foro
privilegiado. As decisões de investigar tais autoridades cabem ao
Procurador Geral da República e ao Supremo Tribunal Federal.
5. MORO RECEBE SEM DAR AULAS NA UFPR As
tentativas de desqualificar Sergio Moro crescem à medida que
desqualificar as provas torna-se mais improvável. A “ordem” para blogs e
páginas governistas de redes sociais é, de alguma forma, mostrar que o
juiz comete atos ilegais, e assim, trata-se de um hipócrita condenando
os responsáveis por roubar e fraudar R$ 88 bilhões da Petrobras. Além
de juiz, Moro é também professor, na Universidade Federal do Paraná,
onde recebe por volta de R$ 3 mil mensais para trabalhar 20h semanais
(com obrigação de dar 8 horas semanais de aula). Segundo a acusação,
Moro se utilizaria do seu cargo de juiz para impedir uma liminar da
universidade que o obrigaria a dar as aulas, enquanto ele próprio não
comparece à universidade. A
informação, mais uma vez, é falsa. Moro não apenas dá as aulas (duas
vezes na semana), como também já enfrentou protestos de governistas em
frente a elas, buscando tumultuar seu trabalho. Em
2012, quando foi chamado para ser assessor da ministra Rosa Weber no
caso do Mensalão, Moro buscou por meio judicial que a universidade lhe
permitisse dar as 8 horas semanais as quais é obrigado, em 3 aulas
seguidas na segunda-feira e no sábado (e não nas segundas e terças como
faz atualmente). Ocorre que o regimento da universidade proíbe mais de
duas aulas seguidas por professor, de modo que também não é verdade que
Moro tenha processado a universidade para não dar aulas. Em
suma, o STF tentou obrigar Moro a escolher entre o Judiciário e o
magistério – e Moro buscou continuar em ambos, sendo além de juiz,
professor.
6. MORO GRAMPEOU A PRESIDENTE DA REPÚBLICA, O QUE É ILEGAL PARA UM JUIZ DE PRIMEIRA INSTÂNCIAA
divulgação de parte dos grampos telefônicos do ex-presidente Lula
(ainda há grampos sob sigilo) gerou provavelmente uma das ondas de
desinformação mais relevantes dos últimos tempos na Lava Jato. De todos
os lados surgiram “juristas” de ocasião, para avaliar se um juiz de
primeira instância não teria cometido uma ilegalidade ao divulgar um
grampo contendo Dilma Rousseff, uma autoridade com foro privilegiado. Para
desviar o foco do conteúdo, que demonstra uma tentativa de obstrução da
justiça (um crime, portanto) por parte de Dilma, sites governistas como
o Diário do Centro do Mundo e o Pragmatismo Político buscaram apontar
que o grampo na presidente da República seria ilegal, uma vez que
demanda autorização do Supremo Tribunal Federal, coisa que Moro não
possui. Todos
aqueles que não perdem tempo em gritar “Fora Globo”, acusando a
emissora carioca de manipulação, como a jornalista-governista Cynara
Menezes, a Socialista Morena, correram para a apontar a prova de que
Moro teria grampeado Dilma: o fato de uma das gravações mostrar o
barulho do escritório de Dilma antes de Lula atender. Segundo o perito
Ricardo Molina, porém, isto ocorre pois a gravação por parte do telefone
é iniciada assim que se realiza a chamada, e não no momento em que se
atende. Trata-se portanto de uma conclusão descabida (o perito foi
procurado pelo governo, segundo a revista IstoÉ, mas acabou não
apontando aquilo que o Palácio do Planalto esperava). A
ideia falsa foi comprada por deputadas como Jandira Feghali e a próprio
presidente Dilma, que fez discursos inflamados sobre o absurdo que era a
presidente ser grampeada (mesmo sendo alertada de que isso se tratava
de uma inverdade). Após as indicações de peritos de que a presidente não
foi grampeada, porém, nenhum dos citados até o momento voltaram atrás.
7. MORO É SELETIVO, NÃO INVESTIGA CUNHA OU AÉCIO Provavelmente
a mais absurda das acusações que pesem sobre o juiz Moro seja a de que
ele se recuse a investigar o senador mineiro Aécio Neves, citado 5 vezes
nas delações da Lava Jato. Tudo isto, segundo muitos, pois Moro insiste
em investigar apenas Lula e o PT. A
acusação não passa de um absurdo. Moro não tem poder para investigar
Aécio, ou Cunha, ou mesmo Gleisi Hoffman e Lindbergh Farias (senadores
petistas citados nas delações da Camargo Correa), ou Maria do Rosário
(deputada petista citada pela Engevix). Todos devem ser investigados no
foro competente – o Supremo Tribunal Federal, se assim concordar o
Procurador Geral da República, Rodrigo Janot. Janot,
indicado por Dilma em 2013, é o responsável por indiciar ministros,
senadores, deputados, ou mesmo a presidente da República. Ao fazer isso,
o caso segue para o ministro Teori Zavascki, também indicado por Dilma
para o STF. Teori é o relator da Lava Jato na instância máxima da nossa
justiça. É dele, por exemplo, a responsabilidade sobre o não andamento
dos nove casos que pesam sobre o senador Renan Calheiros, ou contra o
senador Fernando Collor. Ao
juiz Moro, cabe julgar aqueles que não possuem foro privilegiado, como o
ex-presidente Lula e sua família, todos os executivos e presidentes das
mais de 16 empresas envolvidas, doleiros e funcionários das empresas
estatais. Neste caso, Moro tem sido rigoroso ao estabelecer penas, como
mostra o caso do empresário Marcelo Odebrecht. As condenações do juiz
Moro, porém, são passíveis de recursos, uma vez que se trata de um juiz
de primeira instância. Para
evitar que, assim como no caso do Banestado, suas decisões sejam
desfeitas pelos tribunais superiores, Moro só tem uma alternativa:
contar com o apoio vigilante da mídia e da população, para evitar boatos
e mentiras que favoreçam políticos e os demais acusados. Como esses
aqui citados.
A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e os sindicatos dos Jornalistas Profissionais do Rio de Janeiro, de São Paulo, do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina lamentaram o acidente aéreo ocorrido na madrugada dessa terça-feira (29), em Medellín, na Colômbia. O acidente provocou a morte de 71 pessoas, entre elas 21 profissionais de imprensa brasileiros, a maioria com atuação no Rio, em Santa Catarina e São Paulo.
O avião da empresa aérea Lamia transportava a delegação do time Chapecoense, que disputaria hoje (30) a primeira partida da final da Copa Sul-Americana, contra o Atlético Nacional, em Medellín. Com 77 passageiros, a aeronave caiu a cerca de 30 quilômetros do aeroporto da cidade. Seis pessoas foram retiradas dos escombros da aeronave, entre elas o jornalista Rafael Henzel, da Rádio Oeste Capital, de Chapecó. O goleiro Danilo, da Chapecoense, foi resgatado com vida, mas não resistiu aos ferimentos.
A tragédia causou a morte de profissionais da imprensa esportiva de jornais e emissoras de rádio e televisão que fariam a cobertura da partida. A Fenaj e os sindicatos de Jornalistas do Rio de Janeiro, de São Paulo e de Santa Catarina prestaram homenagem a esses profissionais e expressaram solidariedade aos parentes e amigos de todos os atingidos neste momento de dor.
O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), através da 2ª Promotoria de Justiça de Apodi, do GARPP (Grupo de Atuação Regional do Defesa do Patrimônio Público) e do GAECO (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), com apoio da Polícia Militar e do Gaeco do Ministério Público do Ceará(MPCE), deu cumprimento a sete mandados de busca e apreensão nesta quarta-feira (30) em duas cidades do RN e uma do Ceará.
Os mandados foram cumpridos nas cidades de Felipe Guerra e Apodi, no Rio Grande do Norte, e Fortaleza, no Ceará. Além disso, foi realizada a inspeção in loco do serviço de limpeza pública na cidade de Felipe Guerra no âmbito de investigação que apura possíveis fraudes em licitação e na contratação da limpeza urbana naquele município do Oeste potiguar.
Participaram da operação sete Promotores de Justiça e 20 policiais para cumprimento aos mandados de busca e apreensão, expedidos pelo juiz da Comarca de Apodi.
As investigações prosseguem e continuam em caráter sigiloso.
Acredite: motoqueiros estão se organizando para fundar o Partido dos Motociclistas. Os idealizadores da proposta já coletaram 101 assinaturas em nove estados, número suficiente para dar início ao registro da legenda no TSE — ao menos enquanto o Congresso não mudar a lei que permite a farra de partidos.
Segundo um dos fundadores, o partido não é “de esquerda, nem direita ou centro” — repetindo, aliás, uma célebre frase de Gilberto Kassab para definir o PSD.
Seria baseado nos “valores democráticos, da Grécia antiga”. E defenderia “a liberdade, a igualdade e a fraternidade”.
O ministro Luis Roberto Barroso, do Supremos Tribunal Federal (STF), autorizou ontem (29), que a ex-presidente do Banco Rural Kátia Rabello, condenada a 14 anos e 5 meses de prisão no processo da Ação Penal 470 (conhecida como mensalão), cumpra sua pena em regime aberto, o que permite que ela passe a dormir em casa.
Kátia – que foi condenada pelos crimes de lavagem de dinheiro, evasão de divisas e gestão fraudulenta de instituição financeira – está presa em Minas Gerais desde 2013 e, desde dezembro de 2015, já havia obtido autorização de Barroso para progredir para o regime semiaberto, quando o preso pode sair durante o dia, mas deve retornar à carceragem à noite. Atualmente, ela trabalha como professora em uma escola de balé de Belo Horizonte.
A Câmara “dizimou”, nas palavras do próprio relator, o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), o projeto de combate à corrupção idealizado pelo Ministério Público Federal e entregue ao Congresso Nacional com o apoio de 2,4 milhões de pessoas. Das dez medidas propostas inicialmente, só três se salvaram: a criminalização do caixa dois, a exigência de que os tribunais de Justiça e o Ministério Público informem o tempo de tramitação dos processos e identifiquem as razões da demora em seus julgamentos e o aumento da punição para crime de corrupção (qualificado como crime hediondo a partir de 10 mil salários mínimos – R$ 8,8 milhões em valores atuais).
Embora tenham desistido de aprovar a anistia ao caixa dois, como tramavam na semana passada, os deputados retiraram diversos pontos previstos no relatório de Onyx, como a criminalização do enriquecimento ilícito, o estabelecimento de uma recompensa para o chamado “reportante do bem”, aquele que denunciasse irregularidades, o aumento do prazo de prescrição dos crimes e a mudança na contagem de seu tempo – a partir do oferecimento da denúncia, e não mais pelo seu recebimento.
Os quatro grandes clubes de futebol de São Paulo –Corinthians, Palmeiras, São Paulo e Santos – anunciaram, por meio de
nota oficial conjunta, que vão emprestar gratuitamente jogadores para a
Chapecoense para as disputas da temporada do próximo ano.
Além disso, os clubes anunciaram que pretendem solicitar formalmente à
Confederação Brasileira de Futebol (CBF) que não rebaixe a Chapecoense
no Campeonato Brasileiro nas próximas três temporadas.
“Mesmo cientes
dos prejuízos irreparáveis provocados por este terrível acontecimento [o
acidente aéreo], os clubes entendem que o momento é de união, apoio e
auxílio a Chapecoense”, diz a nota dos quatro clubes, publicada nos
sites oficiais de todos eles na tarde desta terça(29/11)
O presidente Michel Temer voltou hoje (29) a defender a aprovação da
Proposta de Emenda à Constituição (PEC), que cria um limite para os
gastos públicos, e que gostaria de ter o máximo de dinheiro para gastar
em sua gestão.
“Precisamos saber de certas questões a serem enfrentadas agora para a
sobrevivência daqueles que virão depois”, disse o presidente.
“Qual é o
governante que não gosta de gastar? Eu gostaria, como presidente da
República, de ter a burra cheia e distribuir, ministro Meirelles [da
Fazenda]”, acrescentou em discurso na cerimônia de entrega do Prêmio
Mérito Brasil de Governança e Gestão Pública, oferecido pelo Tribunal de
Contas da União (TCU).
A
Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu hoje (29)
arquivar ação penal em que o monsenhor Jonas Abib, da Igreja Católica da
Bahia, responde pela suposta prática de incitação à discriminação e
preconceito religioso em um dos trechos de seu livro Sim, Sim, Não, Não –
Reflexões de Cura e Libertação.
Por maioria de votos, os ministros decidiram aceitar recurso
protocolado pela defesa do monsenhor. A ação penal foi proposta pelo
Ministério Público (MP) após o órgão ser acionado por representantes de
um centro espírita, que consideraram o livbro, publicado em 2007,
ofensivo às religiões afro-brasileiras.
A maioria dos ministros seguiu o voto proferido pelo relator, Edson
Fachin, que foi acompanhado por Rosa Weber, Luís Roberto Barroso e Marco
Aurélio. Luiz Fux foi voto vencido.
Entre as partes do livro questionadas está o seguinte trecho: “O
demônio, dizem muitos, não é nada criativo, Ele continua usando o mesmo
disfarce. Ele mesmo, que no passado se escondia por trás dos ídolos,
hoje se esconde nos rituais e nas práticas do espiritismo, da umbanda,
do candomblé e de outras formas de espiritismo.”
A taxa de desemprego, medida pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ficou em 11,8% no trimestre encerrado em outubro deste ano. A taxa é superior aos 11,6% do trimestre que terminou em julho deste ano e aos 8,9% do trimestre fechado em outubro de 2015.
A população desocupada ficou em 12 milhões de pessoas no trimestre encerrado em outubro deste ano, praticamente o mesmo número do trimestre que acabou em julho de 2016. O contingente de desocupados é, no entanto, 32,7% maior do que em outubro do ano passado, o que significa que há mais 3 milhões de pessoas procurando emprego sem sucesso.
O contingente de pessoas ocupadas chegou a 89,9 milhões de brasileiros, 0,7% a menos (604 mil pessoas) do que em julho do ano passado e 2,6% a menos (1,3 milhão de pessoas) do que em outubro do ano passado.
A imprensa nacional está de luto com a morte de 21 jornalistas que estavam no avião que levava o time da Chapecoense. O avião que levava o time da Chapecoense sofreu um acidente na madrugada desta terça-feira (29), na Colômbia, com 81 pessoas a bordo, sendo 72 passageiros e nove tripulantes. Confirmados até às 10h 77 mortos
Confira a lista dos profissionais que estavam no avião:
SOBREVIVENTES
Alan Ruschel (lateral da Chapecoense) Jakson Follmann (goleiro) Rafael Henzel (jornalista) Ximena Suarez (comissária)
VÍTIMAS
Lista de jornalistas: Victorino Chermont – FOX, Rodrigo Santana Gonçalves – FOX, Devair Paschoalon – FOX, Lilacio Pereira Jr. – FOX, Paulo Clement – FOX, Mário Sérgio – FOX Guilherme Marques – Globo, Ari de Araújo Jr. – Globo, Guilherme Laars – Globo Giovane Klein Victória – RBS (repórter da RBSTV de Chapecó) Bruno Mauri da Silva – RBS (técnico da RBS TV de Florianópolis) Djalma Araújo Neto – RBS (cinegrafista da RBS TV de Florianópolis) André Podiacki – RBS (repórter do Diário Catarinense) Laion Espíndola – Globo Esporte (repórter de Chapecó) Rafael Valmorbida – Rádio Oeste Renan Agnolin, Fernando Schardong, Edson Ebeliny, Gelson Galiotto, Douglas Dorneles, Jacir Biavatti, Ivan Agnoletto
Lista da tripulação: Miguel Quiroga, Ovar Goytia, Sisy Arias, Romel Vacaflores, Alex Quispe, Gustavo Encina, Erwin Tumiri, Angel Lugo
Lista da delegação da Chapecoense: Ananias Monteiro Arthur Maia Bruno Rangel Aiton Cesar Cleber Santana Marcos Padilha Dener Assunção Filipe Machado José Paiva Guilherme de Souza Everton Kempes Lucas da Silva Matheus Btencourt Hélio Zampier Sérgio Manoel Barbosa William Thiego Tiago da Rocha Josimar Marcelo Augusto Mateus Lucena dos Santos Luiz Saroli Eduardo Filho Anderson Araújo Anderson Martins Marcio Koury Rafael Gobbato Luiz Cunha Luiz Grohs Sérgio de Jesus Anderson Donizette Andriano Bitencourt Cleberson Fernando da Silva Emersson Domenico Eduardo Preuss Mauro Stumpf Sandro Pallaoro Nilson Jr. Decio Filho Jandir Bordignon Gilberto Thomaz Mauro Bello Edir De Marco Daví Barela Dávi Ricardo Porto Delfim Pádua Peixoto Filho, Danilo (goleiro) faleceu por ultimo no Hospital)
As autoridades de Medellín, na Colômbia, confirmaram que o goleiro Marcos Danilo Padilla, da Chapecoense, não resistiu aos ferimentos e morreu. O jogador tinha sido resgatado com vida, mas não sobreviveu. A imprensa colombiana também confirmou a informação.
O avião que levava o time da Chapecoense à Colômbia para a disputa da final da Copa Sul-Americana contra o Atlético Nacional, caiu nesta terça-feira. Os sobreviventes são Alan Ruschel, Ximena Suárez Otterburg, Jackson Follmann, Neto e Rafael Henzel. O avião caiu na região central daquele país, e asEQUIPES de socorro estavam retirando sobreviventes do local, informou a associação de aviação civil colombiana nesta terça-feira.
O Ministério da Saúde liberou para secretarias do
Nordeste R$ 6,9 milhões para compra de medicamentos, que auxiliem,
principalmente, no tratamento a pacientes com câncer, como Hidroxiureia e
Triptorrelina.
Deste montante, o Rio Grande do Norte vai faturar R$ 698.208,52.
O recurso também poderá ser utilizado na aquisição do Entacapona,
indicado para o tratamento do Mal de Parkinson e do Riluzol, composto
usado para o tratamento de Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA).
A cidade de Martins foi convidada para a cerimônia de premiação dos
municípios contemplados com o do Selo UNICEF Município Aprovado –edição
2013 – 2016, no dia 02 de dezembro, na Escola de Governo, em Natal. Dos
167 municípios inscritos nesta edição da disputa, Martins ficou entre
os 50 contemplados, assegurando pela segunda vez a conquista. O
município também foi certificado na edição 2009 – 2012.
“Essa conquista mostra que todas as metas estabelecidas em políticas
públicas voltadas as nossas crianças e adolescentes foram alcançadas.
Agradeço a toda equipe da Prefeitura que trabalhou e se empenhou na
promoção da qualidade de vida dos nossos meninos e meninas. Esse
compromisso nos garantiu essa conquista”, disse a prefeita Olga
Fernandes.
O deputado federal Rogério Marinho (PSDB) já tem posição definida
sobre dois projetos polêmicos que devem ser discutidos esta semana no
plenário da Câmara Federal. O parlamentar já se manifestou desde a
semana passada, por meio de seu perfil pessoal no Twitter
(@rogeriosmarinho), contra a anistia ao caixa 2 e a favor do pacote
anticorrupção, popularmente conhecido como 10 medidas.
Rogério fez parte, como suplente, da comissão especial que analisou
as propostas contra corrupção, apresentadas pelo Ministério Público com a
assinatura de mais de 2 milhões de brasileiros.
“Não votarei qualquer
anistia a caixa 2 ou crimes conexos, sou contrário a qualquer ação que
pretenda anistiar o caixa 2. Aprovar uma medida assim é ir contra a tudo
que o povo brasileiro defendeu nas ruas durante os últimos anos”, disse
o tucano.
A jornalista Mônica Bergamoinforma que o senador Aécio Neves
(PSDB-MG), presidente nacional do PSDB, está sendo delatado “com prazer”
pelas empreiteiras Odebrecht e OAS, as duas maiores do País. “De acordo
com integrante da equipe que acompanha as delações, tanto executivos da
Odebrecht quanto Léo Pinheiro, da OAS, acham que Aécio colocou fogo na
Operação Lava Jato porque imaginava que ela só atingiria o PT. Pouco
teria se importado com as empreiteiras”, diz ela. “Recados enviados
inclusive por Marcelo Odebrecht, que dizia ser amigo do tucano, teriam
sido desprezados pelo mineiro.”
Tanto Marcelo Odebrecht como Léo Pinheiro, ex-presidentes da
Odebrecht e da OAS, avaliam que o senador Aécio Neves (PSDB-MG) tocou
fogo no circo imaginando que a Lava Jato atingiria apenas o PT – e não
todo o sistema político brasileiro, levando junto as empreiteiras.
Pinheiro já mencionou a cobrança de propina de 3% nas obras da Cidade
Administrativa de Belo Horizonte, nova sede do governo mineiro, e
Marcelo também citará Aécio em seu acordo.
Como anunciado no fim da semana passada, O PSOL acaba de protocolar na Câmara o pedido de impeachment de Michel Temer.
O autor do pedido, que será analisado por Rodrigo Maia, é o
presidente nacional do partido, Raimundo Luiz Silva Araújo – ele alega
que o presidente cometeu crime no episódio que culminou no pedido de
demissão de Geddel Vieira Lima.
O Antagonista
Um
servente de pedreiro, de 41 anos, foi preso em flagrante quando
transportava o corpo de um homem em um carrinho de mão pelas ruas do
bairro Mario Andreazza, em Bayeux, na Região Metropolitana de João
Pessoa, nesse domingo (27). O suspeito confessou a autoria do
assassinato e disse que matou porque o homem se masturbava para a filha
dele. No corpo da vítima tinha a palavra: ‘estuprador’. Na localidade
fazia um ano que não tinha registro de homicídio.
De acordo com o delegado Pedro Ivo, chefe do Núcleo de Homicídios de
Bayeux, a Polícia Militar fazia rondas pelo Mario Andreazza quando se
deparou com um grupo de cerca de 10 pessoas caminhando com um corpo
dentro de um carrinho de mão, com os pés amarrados com fios.
“As pessoas
quando viram a viatura uma delas atirou contra os policiais da Rotam,
que revidaram ao ataque. Os suspeitos correram e apenas o servente de
pedreiro foi preso e confessou a autoria do crime”, disse.
Na delegacia, o suspeito revelou que o homem estava se masturbando
para uma menina de 6 anos em um sítio. A criança seria filha do
suspeito, que ao saber do caso, se armou com um pedaço de madeira e
conseguiu efetuar vários golpes nas contas do homem, que caiu
desacordado. Ainda segundo o preso, após matar a vítima, o corpo seria
jogado em um lixão do bairro.
A
empresária Michelle de Souza Pires, de 30 anos, morreu, na madrugada
deste domingo (27), em um apartamento no Setor Central, em Goiânia.
Segundo parentes, ela faleceu menos de 36 horas depois de passar por
cirurgias plásticas.
Natural de Morrinhos, no sul goiano, Michelle veio à capital para
fazer uma abdominoplastia e lipoaspiração no Hospital Buriti. De acordo
com a ex-sogra da vítima, Maria Clara Pires, ela saiu do centro
cirúrgico às 20h de sexta-feira (25) e recebeu alta médica às 13h do dia
seguinte. A empresária morreu por volta das 5h deste domingo.
O G1 entrou em contato, por telefone, às 11h com profissionais do
Hospital Buriti Sereno, mas não obteve um retorno sobre o caso até a
publicação desta reportagem. Como vive no interior, Michelle se hospedou
na casa da ex-sogra, que mora em Goiânia. O ex-cunhado da vítima, o
microempreendedor Lucas Paulo Pires Silva, acredita que o médico
responsável pelo procedimento foi negligente.
De acordo com as testemunhas, Michele reclamou de sentir falta de ar e
de fadiga. A ex- sogra e a irmã dela tentaram socorrê-la. O caso foi
registrado na Central de Flagrantes da Polícia Civil. De acordo com o
boletim de ocorrência, a causa da morte está a esclarecer.
Encabeçada pelo PT,a oposição prepara um combo de
ações para evitar que a demissão de Geddel Vieira Lima esfrie a crise no
Planalto.
Nesta segunda, um grupo de parlamentares vai à PGR pedir que
Rodrigo Janot investigue Michel Temer por três crimes comuns, a partir
do que admitiu ter dito a Marcelo Calero relacionado ao prédio na Bahia:
prevaricação, concussão (exigir vantagem indevida em razão do cargo) e
advocacia administrativa (usar o cargo para patrocinar interesse
privado).
O grupo também fará requerimento de informação aos ministros Eliseu
Padilha (Casa Civil), Grace Mendonça (AGU) e Roberto Freire (Cultura)
sobre os contatos entre as pastas relativos ao empreendimento.
Coluna Painel
O Globo destaca que, no sistema de contabilidade paralelo da
joalheira Antonio Bernardo, o ex-governador Sérgio Cabral era tratado
pelo codinome “João Cabra” e a ex-primeira-dama Adriana Ancelmo, por
“Lourdinha”.
A revelação foi feita por Vera Lúcia Guerra, gerente da
loja no Shopping da Gávea, em depoimento na sexta-feira ao Ministério
Público Federal.
De acordo com ela, Cabral comprou R$ 5,1 milhões em joias pelo
sistema paralelo, pagando em espécie em operações sem nota fiscal ou
comunicação ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras do
Ministério da Fazenda (Coaf).
O depoimento de Vera Guerra e as provas colhidas junto à joalheira
H.Stern, onde Cabral comprou outros R$ 2,1 milhões em joias pelo mesmo
método, em espécie e sem notas fiscais, compõem o mais recente conjunto
de provas reunido pela Operação Calicute .
A Calicute sustenta que o ex-governador comandava um esquema de
cobrança de propina e lavagem de dinheiro — incluindo a compra de joias
caras, conforme O GLOBO revelou com exclusividade no dia 17 — pelo qual
teriam circulado R$ 224 milhões durante os seus governos (2007-2014).
Parte do Ministério Público considerou a entrevista de Temer um
desastre, revela Natuza Nery, hoje(28) na coluna da Folha de S.Paulo.
Segundo a colunista, a avaliação é que o presidente admitiu ter cometido
" advocacia administrativa". (Ele é advogado, Natuza).
Essa percepção, – continua a colunista – indica o risco de Temer se
tornar, ao lado do ex-ministro Geddel Vieira Lima, alvo de um pedido de
investigação ao Supremo.
Enquanto isso, o Plano de caciques do Congresso é votar as dez
medidas anticorrupção mais ou menos do jeito que estão e aprovar o crime
de responsabilidade para juízes e procuradores na lei do abuso de
autoridade que tramita no Senado.
O Vasco correu riscos, levou sua torcida a loucura, mas conseguiu
vencer o Ceará, de virada, por 2 a 1, no Maracanã na tarde deste sábado
afastou o fantasma e conseguiu o acesso para a Série A do Campeonato
Brasileiro. Após terminar o 1º tempo perdendo por 1 a 0, o Gigante da
Colina contou com dois gols de Thalles em quatro minutos para virar o
jogo e levar os três pontos na 38ª rodada.
Caso tropeçasse e o Náutico vencesse na rodada, o Vasco ficaria na
Série B em 2017. Entretanto nenhum dos dois aconteceu. O Timbú perdeu
por 2 a 0 para o Oeste e a vitória do Cruz-maltino leva o clube carioca a
65 pontos, terminando a Série B na 3ª colocação. O Ceará fecha o
campeonato em 10º, com 54 pontos.
A Sra Rosemary, “amiga intima” que sempre acompanhava o ex presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas viagens oficiais, era portadora de passaporte ...
O
ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva teria embarcado com seu jato
particular no dia 3 de junho de 2015, do Aeroporto Internacional de
Guarulhos em São Paulo, com bagagens suspeitas, que não passaram pelo
raio X. A denúncia foi feita pela Revista Veja, que conta que a aeronave
chegou a ser cercada por uma operação da Receita Federal, que foi
interrompida quando detectaram que um dos cinco passageiros era Lula.
Os fiscais não concluíram as averiguações, mas a ação suspeita está
agora sendo investigada pela Polícia Federal e pelo Ministério Público
Federal. Além de Lula, estariam no avião o piloto, o co-piloto, um
segurança, um fotógrafo particular, um assessor de imprensa e um
tradutor.
Caiu a casa de LULA...
Garotinho abre a caixa preta, ex-presidente e amante passava com milhões pela alfandega, veja aqui…
Pasmem, Rose declarou então que havia na mala diplomática 25 milhões de euros. Ao ouvir o montante que estava na mala diplomática, por medida de segurança, as autoridades alfandegárias portuguesas resolveram sugerir que ela contratasse um carro-forte para o transporte.
Rosemary na Costa Rica. Foto Jorge Araujo – 3.jun.2009/Folhapress
O siteFolha.Digital espalhou para todo Brasil conteúdos do que Garotinho disse ao entregar LULA. Foram milhões dentro de malas diplomáticas para passar pela alfandegas sem ser revistados. “Na nota anterior dei a pista sobre a existência de uma conta na cidade do Porto (Portugal), na agência central do Banco Espírito Santo, onde foram depositados no 25 milhões de euros. Imediatamente comecei a receber muitas ligações de jornalistas pedindo mais informações a respeito do assunto. Recorri à minha fonte que me deu mais detalhes esclarecedores de como tudo teria ocorrido. Vocês vão cair para trás”.
Como já foi tornado público, Rosemary era portadora de passaporte diplomático, mas o que não foi revelado é que ela também era portadora autorização para transportar mala diplomática, livre de inspeção em qualquer alfândega do mundo, de acordo com a Convenção de Viena. Para quem não sabe esclareço que o termo “mala diplomática” não se refere específicamente a uma mala, pode ser um caixote ou outro volume.
Segundo a informação que recebi, Rosemary acompanhou Lula numa viagem a Portugal. Ao desembarcar foi obrigada a informar se a mala diplomática continha valores em espécie, o que é obrigatório pela legislação da Zona do Euro, mesmo que o volume não possa ser aberto.
Pasmem, Rose declarou então que havia na mala diplomática 25 milhões de euros. Ao ouvir o montante que estava na mala diplomática, por medida de segurança, as autoridades alfandegárias portuguesas resolveram sugerir que ela contratasse um carro-forte para o transporte.
Como já foi tornado público, Rosemary era portadora de passaporte diplomático, mas o que não foi revelado é que ela também era portadora autorização para transportar mala diplomática, livre de inspeção em qualquer alfândega do mundo, de acordo com a Convenção de Viena.